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Excessos


Não sejas excessivamente nada…
Nada em excesso faz bem…
Não sejas excessivamente bom para que não te enredes em tua própria bondade, e,
assim, te corrompas na presunção de tuas próprias leis de nobreza e misericórdia.
Não sejas excessivamente justo para que a tua justiça não se torne em perversidade.
Não tentes ser amor, mas apenas ama.
Somente Deus é amor.
Nós não sabemos como é ser amor.
Não sejas completamente inclusivo, pois, assim, perderias o teu caráter.
Não sejas completamente exclusivo, pois, assim, perderias a tua alma e tornar-te-í-as empedrado.
Um santo tem que antes ser um bom pecador.
E o caminho para a santidade é vereda do reconhecimento do pecado.
Não busques nem as alturas e nem os abismos.
Se tu chegares num desses pólos… que tenhas sido apenas levado pela vida, não por ti mesmo.
Antes, busca o caminho do equilíbrio e a vereda plana.
Todo excesso destrói o ser!
Caio Fabio

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Uma deliciosa canção


Prá relaxar um pouco…e amanhã votar com toda consciência no bem, na ordem, na vida.

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Tragédia e arte em Chaplin


Grandeza. Chaplin com a mulher Oona e seis dos dez filhos: mais de 80 filmes, entre longas e curtas-metragens, com ecos da infância infeliz

Com apenas 7 anos, Charles Chaplin foi levado em uma carroça até um orfanato, iniciando a angustiante fase em que viveu separado da mãe Hannah e do meio-irmão mais velho Sydney. Aquele trajeto percorrido em 1896 foi tão marcante que, anos depois, já aclamado como um dos maiores comediantes da história do cinema, Chaplin inspirou-se na lembrança para a criação de cenas clássicas de seus filmes.

Basta observar o momento em que a jovem que acabara de ficar órfã (Paulette Goddard) em Tempos Modernos é carregada em uma carroça, assim como o menino de O Garoto, arrastado da mesma forma. “E as tristes lembranças de orfanato, onde teve a cabeça raspada para evitar piolho, podem ter sido fonte para a maravilhosa cena do circo de pulgas que marcou a volta do palhaço Calvero, em Luzes da Ribalta”, completa o psicanalista americano Stephen Weissman, que estudou durante anos a vida e obra do comediante para escrever Chaplin – Uma Vida (tradução Alex Martins, 322 páginas, R$ 44,90), lançado agora pela Larousse do Brasil.

Seu ponto de partida era encontrar, nos mais de 80 filmes (entre longas e curtas) realizados por Chaplin, ecos de sua infância terrível. Filho de artistas que logo entraram em decadência (Hannah, enlouquecida, teve de se separar dos filhos por conta da extrema miséria enquanto o pai, Charlie Chaplin Sr., definhou por conta do alcoolismo), o comediante, no entender de Weissman, transformou tragédias pessoais em comédia universal.

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C.S. Lewis e Sigmund Freud: uma comparação de seus pensamentos


O seguinte artigo é adaptado de uma preleção do Dr. Armand Nicholi em uma reunião de alunos e professores promovido pela Dallas Christian Leadership na Southern Methodist University em 23 de Setembro de 1997. A parte dois aparece na The Real Issue de Março de 1998 e aborda a mudança de cosmovisão de Lewis e sua conversão

As cosmovisões de Sigmund Freud e C.S. Lewis, ambas predominantes na nossa cultura hoje, apresentam interpretações diametralmente opostas de quem nós somos, nossa identidade, de onde viemos, de nossa herança cultural e biológica e de nosso destino. Primeiro, vamos arrumar as bases para nossa discussão fazendo três perguntas. Quem é Sigmund Freud? Quem é C.S.Lewis? E o que é uma cosmovisão?

Poucos homens influenciaram mais a estrutura moral de nossa civilização do que Sigmund Freud e C.S. Lewis. Freud foi o médico Vienense que desenvolveu a psicanálise. Muitos historiadores colocam suas descobertas ao lado das de Plank e Einstein. Suas teorias proveram um novo entendimento sobre como nossas mentes funcionam. Suas idéias permeiam diversas disciplinas incluindo a medicina, literatura, sociologia, antropologia, história e o direito. A interpretação do comportamento humano no direito e na crítica literária é profundamente influenciada pela suas teorias. Seus conceitos estão tão permeados na nossa linguagem que nós usamos termos como repressão, complexo, projeção, narcisismo, ato falho e rivalidade fraterna sem sequer nos apercebemos de sua origem.

Devido ao inegável impacto de seu pensamento na nossa cultura, os estudiosos se referem a esse século como o “século de Freud”. Por que isso? À luz do que sabemos hoje, Freud é continuamente criticado, desacreditado, e difamado; ainda assim sua figura continua a aparecer em capa de revistas e artigos de primeira página em jornais como o The New York Times. As recentes pesquisas históricas intensificaram o interesse nas controvérsias em torno de Freud e seu trabalho. Como parte de seu legado intelectual, Freud defendeu veementemente uma filosofia de vida secular, materialista e ateísta.

Apesar do fato de C.S.Lewis ter conquistado reconhecimento intelectual muito antes de sua morte em 1963, seus livros acadêmicos e populares continuaram a vender milhões de cópias por ano e sua influência continua a crescer. Durante a Segunda Guerra Mundial, os pronunciamentos de Lewis no rádio fizeram sua voz a segunda mais reconhecida na BBC perdendo apenas para Churchill. Nos anos que se seguiram, a foto de Lewis apareceu na capa da Times e outras revistas importantes.

Hoje, a grande quantidade de livros pessoais, biográficos e literários sobre Lewis, o grande número de sociedades sobre C.S.Lewis em universidades; os periódicos e jornais sobre C.S.Lewis; como também o recente filme e peça sobre sua vida confirmam o sempre crescente interesse nesse homem e na sua obra. Como um jovem membro da universidade de Oxford, Lewis mudou de uma visão secular e ateísta para uma espiritual; uma cosmovisão que Freud frequentemente atacava, mas a qual Lewis abraçou e definiu em muitos de seus escritos após a conversão. Tanto Lewis quanto Freud possuíam dons literários extraordinários. Freud ganhou o prêmio Goethe de literatura em 1930. Lewis, que ensinou em Oxford e foi catedrático de Literatura Inglesa na Universidade de Cambridge, produziu alguns dos maiores criticismo literários e possui uma grande quantidade de livros acadêmicos e de ficção vastamente lidos.

Cosmovisões conflitantes.

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E a morte já era…


E A MORTE JÁ ERA…

A morte morreu, a maioria de nós é que não sabe apenas porque não crê.

Morreu de Cruz. Morreu de Luz. Morreu de Amor.

Morreu de septicemia de Vida.

Morreu quando o 1º e único Verdadeiro a encarou.

Morreu pelo poder de amar mais a vida do que a morte.

Morreu porque o único humano que amou mais a Vida do que a Morte foi Aquele que por amor ao mundo morreu pela causa da Vida Eterna.

Morreu quando houve Ressurreição.

Morreu quando houve libertação do Cativeiro quando Ele subiu e concedeu dons aos homens.

Morreu porque sua ilusão foi desmascarada.

Morreu porque só matava a quem a via — todos a viam.

Matava só enquanto se não morria…

Matava porque fazia da vida a própria morte.

Matava porque se tornara patroa dos homens.

Matava porque os homens trabalhavam [e trabalham] para ela.

Matava [e mata] dando aos clamores dos homens a ela, o seu salário: a morte.

Matava porque morte se paga com morte.

Matava…

Mata a quem crê que ela ainda mata.

Mas não mata nunca mais a quem morreu, ressuscitou, ascendeu, se assentou, e está em Cristo Jesus nos lugares celestiais.

Quando Ele subiu da morte aos céus pela Ressurreição, com Ele fui levado no cativeiro que Ele fez Seu despojo, e, por isso, passei da morte para vida.

Tudo vem Dele!

Você quer?

Vem e vê!

Nele,

Caio

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Os 11 Mandamentos da Vida Feliz


1) Mate-se de estudar e serás um cadáver culto.
2) Não sou um completo inútil… ao menos sirvo de mau exemplo.
3) Errar é humano. Colocar a culpa em alguém, então, nem se fala.
4) Meu Deus, dai-me paciência… mas tem que ser já!
5) O importante não é saber, mas ter o telefone de quem sabe.
6) Não leve a vida tão a sério, afinal ninguém sairá vivo dela !
7) Deixei a bebida. O ruim é que não lembro aonde.
8) Existe um mundo melhor, mas é caríssimo.
9) O homem que não tem sorte com as mulheres não sabe a sorte que tem.
10) Trabalhar nunca matou ninguém, mas… por que se arriscar?
E, finalmente
11) Há duas palavras que abrem muitas portas: Puxe e Empurre.

Humor Tadela

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Gosto


Gosto daquilo que é leve, suave e simples,
Gosto das pequenas coisas que faz bem ao coração!
Gosto de levantar cedo e passar um cafezinho Melitta,
Gosto de abrir portas e janelas a fim de ver o sol entrar,
Gosto de acordar aquela que amo e que também me ama,

Gosto de colocar na rua o lixo e o reciclado,
Gosto de levar os labradores para uma volta,
Gosto de abrir a caixa do correio e vê-la fazia,
Gosto de regar a cebolinha e a salsinha,
Gosto daquilo que é leve, suave e simples,
Gosto das pequenas coisas que faz bem ao coração,

Gosto de navegar por sítios com sabor de vida,
Gosto de pesquisar no Google,
Gosto de rever no orkut os amigos,
Gosto de relaxar no blog,

Gosto de contemplar as constelações Órion e Escorpião,
Gosto das estrelas Aldebaran e a rainha Sirius ao findar o dia,
Gosto do Outono, do Inverno, da Primavera e Verão
Gosto de sentir o cheiro da terra molhada depois chuva,
Gosto de ouvir sua voz no trovão

Gosto de curtir Elvis, Beatles e Bee Gees,
Roupa nova, Tim Maia e Legião,
Gosto de usar jeans,

Gosto de tomar uma caipirinha a cada 15 dias,
Gosto de perceber na mesa uma pimenta de cheiro,
Gosto de comer pastel de bacalhau e sanduíche de mortadela,
Gosto de cozinhar na companhia de vinho e azeite,
Gosto de comer ovo frito, arroz e feijão,

Gosto daquilo que é leve, suave e simples,
Gosto das pequenas coisas que faz bem ao coração!
Gosto de ir ao banho de sandálias havaianas,
Gosto de escovar os dentes com closeup,
Gosto de dormir e não abro mão do meu colchão.

Camilo

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