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A genuína fé – Caio Fabio


A GENUÍNA FÉ

 É um prazer imenso a gente poder estar junto aqui nesse horário, nesse canal com a possibilidade de falar com você. E eu sei que você tá um pouco meio assim cansado de tanta gente vindo à televisão pra falar de Deus. Eu fico até constrangido de que você pense que a gente tá na mesma onda e com a mesma idéia e não tem nada a ver. Aí então você pergunta: Ah então por que você tá aí falando? É por que eu creio de todo o meu coração que a fé vem pelo ouvir, e pelo ouvir a palavra de Deus. É verdade que nem tudo aquilo que se fala em nome de Deus ou em nome da fé do ponto de vista do Evangelho é fé! Nem sempre, as pessoas às vezes estão falando muito de Deus, enchem a boca, Deus sai com uma fartura enorme da boca, fala-se muito em fé,mas do ponto de vista daquilo que o Evangelho chama de fé aquilo ali deveria ser definido como crença ou como qualquer outra coisa, e é alias sobre o significado de fé do ponto de vista do Evangelho é o que eu queria falar com você, e eu queria que você prestasse toda a atenção, me desse esse tempo e disponibilizasse o teu coração, os seus sentidos com a sua melhor boa vontade porque eu tenho a certeza que se você acolher o que vai ser dito com o coração carinhoso alguma coisa muito boa pode iniciar, como uma semente que a gente planta e a ela vai sendo regada e cresce e dá fruto conforme Jesus prometeu, Ele disse que o anúncio da palavra do Evangelho é como uma semente que cai no chão, dependendo da qualidade do chão ela pode produzir fruto ou ela pode simplesmente ser roubada,ou ela pode produzir uma coisa rápida, mas se encontrar dureza por baixo não vai a lugar nenhum, ela pode ser sufocada pela concorrência dos múltiplos interesses,mas se encontrar um chão limpo,úmido com húmus, com boa vontade, com desejo de agasalhar aquela palavra, aí ela produz muito fruto, e é nessa promessa e é nessa certeza espiritual que eu estou falando com você.

Qual o significado da fé? Em Hebreus no capítulo 11 no verso primeiro está dito o seguinte: “Ora, a fé é a certeza das coisas que se esperam, e a firme convicção de fatos que se não vêem.” Essa é uma definição extremamente ampla, o individuo que esteja ensinando a neuroliguistica, por exemplo, pode se apropriar dessa definição e encaixá-la completamente nos seus princípios de positividade no falar, no pensamento, no agir, e não há a menor dúvida de quem quer que olhe pra vida com positividade e que vá em frente com coragem, com determinação, vá conseguir as coisas que botam na cabeça que deseja conseguir, e aí as chances de sucesso são enormes! Mas isso ainda não é fé.

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Porque escrevo sobre religião


Rubem Alves

UMA LEITORA ME perguntou: “Por que é que você, professor universitário, escritor, gasta tanto tempo com essas coisas da religião?” Ela pensava que eu, havendo lido Marx, Freud e Feuerbach, deveria dar um uso mais científico ao meu tempo e ao meu pensamento.

Minha resposta é simples: gasto o meu tempo com os sonhos das religiões porque, como disse Shakespeare, nós somos feitos de sonhos. A história é feita com sonhos. Todas as coisas materiais que fazem a vida da civilização são feitas com sonhos. Escrevo sobre a religião num esforço para acordar os que dormem.

Lembro-me da propaganda de um carro que vi, faz muitos anos, numa revista americana: era um conversível vermelho, sem capota, parado num bosque. Não há ninguém no carro, e as duas portas estão abertas.

A sedução – o motivo comercial para seduzir o leitor a comprar – se encontra precisamente naquilo que não se encontra na cena, mas apenas na imaginação. Se as duas portas estivessem fechadas, a mensagem seria simplesmente o carro vermelho sem capota. Se só a porta do motorista estivesse aberta, a imaginação completaria a cena: ele deve estar atrás de uma árvore fazendo xixi.

Mas as duas portas foram deixadas abertas. As pessoas que ocupavam o carro estavam com pressa. A imaginação não tem alternativas, as imagens se impõem: um homem e uma mulher. Onde estarão eles? Fazendo o que? Bem dizia Bachelard que aquilo que se vê não pode se comparar com aquilo que não se vê. Quem bolou essa propaganda genial sabia que a alma é feita de sonhos.

Veblen, economista, também conhecia a alma humana e por isso declarou que não compramos “utilidades”, coisas práticas, materiais. Compramos símbolos.

Isso que vou contar aconteceu no tempo em que a televisão fazia propaganda de cigarros. Cena silenciosa, sem uma única palavra: um bosque de pinheiros… Eu amo a natureza, amo os pinheiros, o perfume da sua resina. Os pinheiros cedem lugar a um regato de águas frias e cristalinas que corre sobre pedras. Eu também amo os regatos de águas frias e cristalinas. Uma campina verde florida.

Minha imaginação sugeriu logo que deveria ser capim gordura com o seu perfume único o que me levou para a minha infância em Minas. Cavalos selvagens em galope, pelo negro brilhante. Estava certo o presidente João Batista Figueiredo quando disse que o cheiro dos cavalos suados era melhor que o cheiro de gente suada. Leonardo da Vinci declarou que os cavalos são os animais mais belos depois dos homens. Cheguei a imaginar que seria possível produzir um perfume másculo extraído do suor dos cavalos. Nenhuma mulher o resistiria!

Aí entra o rosto de um vaqueiro, maxilar de noventa graus, barba de um dia por fazer -homem que é homem não se barbeia todo dia, isso é coisa de executivo-, com um cigarro entre os dedos, estilo Humphrey Bogart e as palavras, as únicas palavras: “Venha para o mundo de Marlboro!” Não, ninguém está falando em fumar! Está se falando de um mundo de pinheiros, regatos, campinas, cavalos -tudo isso faz parte do sonho que mora nas espirais de fumaça da imaginação…

O conversível vermelho com as duas portas abertas e o mundo de Marlboro pertencem ao mundo das fantasias religiosas. São sacramentos. Porque sacramentos são todas as coisas feitas com uma mistura de matéria e símbolos.

Você entende agora porque eu penso e escrevo sobre religião?

via site da Ibab

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Santos ou nada!


Não vou me estender muito sobre a questão daquele padre da Canção Nova, que foi detido numa estrada do Paraná por embriaguez e atos libidinosos. Veja a notícia aqui. A única coisa que digo é que ele é digno de pena, já que não teve força suficiente para vencer a tentação, e espero que se arrependa da grande mancada que cometeu. Só.

Já em relação à Canção Nova, infelizmente eu não posso deixar de comentar, é de uma desonestidade tremenda essa empresa ter apagado todos os escritos do padre depois do ocorrido, como se isso fosse livrá-la de alguma responsabilidade. É claro que se o padre fez aquelas coisas horrorosas, não foi culpa da organização carismática, mas o ato de ela apagar todos os textos dele foi de um farisaísmo imperdoável.

Fariseus! Hipócritas! É isso que aqueles santarrões da Canção Morna são! Arrotam linguagens indecifráveis, se pavoneiam de dons sobrenaturais, repetem à exaustão bordõezinhos ridículos como “PHN”, “Ser Canção Nova é bom demais” ou “Revolução Jesus”, mas são incapazes de aceitar que até quem é adepto dessa seita ordinária é tão pecador quanto qualquer um.

Enquanto o cara de batina não externava suas preferências, tudo bem, ele continua com os textos publicados, afinal, ele é “renovado”. Mas se ele, como diz aquele outro padre-galã, é “humano demais” e cai em pecado, e pecado grave como o que foi cometido, então a Canção Morna se dá o direito de apagar todas as publicações do dito cujo? Isso é “santidade de vida”, Mons. Jonas? Essa desonestidade e hipocrisia? Com esse ato infeliz, a Canção Morna mostra que é só um clubinho fechado, uma seita hermética, uma sociedade secreta, onde a fé é irracional, pautada em emoções e, como o próprio Mons. Jonas disse, em “sensações gostosas”.

Querem “sensações gostosas”, abibistas? Vão trabalhar! Aí vocês terão uma sensação gostosa no fim do mês, quando sair o seu suado dinheirinho, pois falar de santidade quando se está na “maré mansa” é fácil, já que existe um exército de sectários que dá até o ouro para a dita “obra”. Vão ter sensações gostosas lá naquelas terras onde os nossos irmãos são perseguidos, cambada de protestantes mal-resolvidos!

Evandro Monteiro, no blog O Cruzado Missionário.

A informação foi verificada e até esta manhã os textos continuam deletados. O Google mantém em seu sistema de busca a cópia dos textos apagados (que pode ser lido aqui). Mesmo dizendo publicamente que perdoou o padre, preferiu retirá-lo do site. O mais emblemático dos textos talvez seja um, intitulado “Santos ou nada”, em que o próprio padre escreve:

“Por melhor que seja uma pessoa, sempre tem algo para melhorar. É preciso ter fé e coragem para ser santo. Ser santo significa ser de Deus e caminhar com Deus. Quem não caminha com Deus e quem não pertence a Deus, não é nada. Por isso, ou Santo ou nada! Oxalá, consigamos optar pelo convite que o Senhor nos faz à santidade. Que fique no nosso coração este desejo: “Eu quero ser santo”!”

A opção da Canção Nova é como a de muitas instituições religiosas: neste caso, quando alguém mostra que não é santo, fica com o nada!

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Cuidado com os crentes


Animação criativa e bem-humorada estrelada por Richard (Rick) Dawkins, um dos líderes do neoateísmo, autor de Deus:um delírio. A ironia é tão final e sutil, que Dawkins chegou a achar que era uma homenagem, em especial porque o refrão fala dos seus diplomas.

Escrito por Matt Chandler e realizada por Michael Edmondson, na verdade é um viral para promover o filme Expelled. O filme é uma espécide de documentário cristão que trata do embate entre criacionistas e evolucionistas pela decisão do que será ensinado em sala de aula a respeito da origem do mundo.

Para saber mais sobre a animação, o filme e a controvérsia, clique aqui (em inglês).

Via PavaBlog

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Livro que acusa Freud de charlatanismo causa polêmica na França


O novo livro sobre Freud compara a psicanálise a uma religião

Um novo livro que acusa o pai da psicanálise, Sigmund Freud, de ser mentiroso, fracassado e defensor de regimes totalitários está criando polêmica na França.

De acordo com o filósofo francês Michel Onfray, autor de Le Crépuscule d’une idole, l’affabulation freudienne (O Crepúsculo de um Ídolo, a Fábula Freudiana), a psicanálise é comparável a uma religião e sua capacidade de curar as pessoas é semelhante a da homeopatia.

O livro começou a ser vendido nesta semana nas livrarias francesas, mas já havia começado a gerar controvérsia antes mesmo de sua publicação. Psicanalistas acusam Onfray de cometer erros e ignorar fatos para defender a sua tese.

‘Necessidades fisiológicas’

O conhecido filósofo, que escreveu Tratado de Ateologia (publicado também no Brasil), acredita que Freud transformou seus próprios “instintos e necessidades fisiológicas” em uma doutrina com pretensão de ser universal.

Mas, para Onfray, a psicanálise seria “uma disciplina verdadeira e justa no que diz respeito a Freud e ninguém mais”.

Onfray diz que Freud fracassou na cura de pacientes que ele mesmo atendeu, mas ocultou ou alterou suas histórias clínicas para dar a impressão de que o tratamento havia sido bem sucedido.

Ele afirma, por exemplo, que Sergei Konstantinovitch, indicado por Freud como “o homem dos lobos”, continuou fazendo psicanálise mais de meio século depois de ter sido supostamente curado por Freud.

E diz que Bertha Pappenheim, conhecida como “Anna O.” e apresentada por Freud como um caso em que o tratamento contra histeria e alucinações funcionou, continuou tendo recaídas.

Durante um debate com a psicanalista francesa Julia Kristeva publicado esta semana no jornal francês Le Nouvel Observateur, Onfray rejeitou a noção de que o método de Freud “cura todas as vezes”.

“A psicanálise cura tanto quanto a homeopatia, o magnetismo, a radiestesia, a massagem do arco do pé ou o exorcismo feito por um sacerdote, quanto nenhuma oração diante da Gruta de Lourdes (onde há relatos de que Nossa Senhora teria aparecido)”, afirmou.

“Sabemos que o efeito do placebo constitui 30% da cura de um medicamento”, acrescentou. “Por que a psicanálise escaparia desta lógica?”

Dinheiro, sexo e fascismo

Além de questionar o método de Freud, Onfrey criticou sua personalidade e o apresenta como alguém que foi capaz de cobrar o equivalente ao que seriam hoje US$ 600 por uma sessão, e incapaz de tratar dos pobres.

O filósofo francês diz que acredita que Freud tinha preconceito contra homossexuais e com um interesse especial em temas como abuso sexual, complexo de Édipo e incesto, e que dormia com a cunhada.

Em termos ideológicos, Onfray defende a tese de que Freud flertou com o fascismo e diz que em 1933, ele escreveu uma dedicatória elogiosa para Benito Mussolini: “Com as respeitosas saudações de um veterano que reconhece na pessoa do dirigente um herói da cultura.”

Ele afirma que o criador da psicanálise procurou se alinhar com o chanceler Engelbert Dollfuss, que instaurou o “austrofascismo” no país, e também às exigências do regime nazista.

‘Ódio’

O livro gerou uma onda de troca de acusações e protestos nos círculos intelectuais da França.

A historiadora e psicanalista Elisabeth Roudinesco afirmou em artigo em Le Nouvel Observateur que o novo texto de Onfray está “cheio de erros” e “rumores”.

Roudinesco acusou Onfray de ter tirado as coisas do contexto e afirmou que Freud “de maneira alguma apoiou o fascismo e nunca fez apologia dos regimes autoritários”.

“Quando sabemos que oito milhões de pessoas na França tratam-se com terapias derivadas da psicanálise, está claro que no livro e nas palavras do autor há uma vontade de causar danos”, disse.

Em seu debate com Onfray, Kristeva defendeu a psicanálise como um mecanismo capaz de tratar de problemas como a histeria, o complexo de Édipo ou comportamento anoréxico ou bulímico, entre outros.

“Onfray nos insulta quando diz que a psicanálise não cura”, escreveu o psiquiatra e psicanalista Serge Hefez no semanário Le Point. “O que fazemos todos nós em nossos consultórios, centros de terapia familiar, conjugal, nossos hospitais (…) senão ajudar o sujeito a se converter em ator de sua própria história?”

Hefez disse que “a psicanálise cura, é um tratamento útil e vivo praticado por milhares de terapeutas conscienciosos que conhecem fracassos, sucessos parciais e sucessos.”

Onfray respondeu que várias reações contra seu livro evitam responder seus argumentos centrais e, em um artigo publicado no jornal francês Le Monde, perguntou se era impossível fazer uma leitura crítica de Freud.

“Com este livro, alguns amigos haviam me adiantado o ódio porque me metia com o bolso”, escreveu. “Hoje eu me dou conta do quão certos estavam”.

BBC Brasil

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Santanage


Tem culpa eu?

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Fonte Genizah

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