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Orquídea Catasetum


Catasetum Rebecca-Northen
Gênero de cerca de 166 espécies de orquídeas epífitas e flores masculinas e femininas da tribo Cymbidieae da familia Orchidaceae. Distribuídas desde o México, em toda a América tropical, ao norte da Argentina e a grande maioria está no Brasil. Os países mais representados são o Brasil, Colômbia e Venezuela. São epífitas ou terrestres, pseudobulbos carnosos, aneladas e nu, quando as folhas caem (quase sempre são caducas e eles fazem antes de entrar no período de latência). Estes pseudo-bulbos das plantas têm períodos estritos de crescimento e de repouso. Com inflorescências em cachos, eretos ou pendentes, muitas vezes cerosa, nascido ao lado (perto da base) do pseudobulbo. Flores geralmente grandes e vistosas, hermafroditas ou unissexuais, ressupinadas ou não.
Flores masculinas: Lábios carnudos ou às vezes fina, larga ou comprimido lateralmente, côncava. Coluna ereta, engrossado, sem um pé, com ou sem antenas, antenas sensíveis quando estimulado mecanicamente as polínias,ocorre a liberação para a frente. Eles têm o hábito peculiar de pólen e descarregam suas massas (polínias) sobre os insetos que fertilizam.

Flores femininas: elas são menos comuns que, como masculino ou do sexo masculino são diferentes deles, especialmente a forma de seu labelo e coluna; saciforme lábio em geral, uma coluna mais curta sempre sem polínias rudimentar e antenas.

Flores hermafroditas: elas são menos freqüentes. A coluna tem algo semelhante ao das flores masculinas e podem ter antenas. Algumas espécies, aparentemente, não têm flores hermafroditas.
Luz
Durante o período de crescimento, a luz pode ser aumentada gradualmente até o final do crescimento (cerca de 1500-3000 velas / pé) e expira após as folhas (os pseudobulbos cresceram, amadureceram e tornaram-se fortes e resistentes), período de onde eles podem realizar-se a períodos prolongados de luz solar direta.
Temperatura
Estas espécies são nativas de áreas tropicais quentes e crescem durante os meses chuvosos do verão. Durante este período, as temperaturas diurnas são 26-38 º C (80 a 100 º F) e a noite as temperaturas são de 15 a 18 º C (a 65 graus F 60). Após o crescimento maduro, as temperaturas devem ser reduzidos para 13 º C (55 º F) à noite, com temperaturas diurnas de 21 a 29 graus C (a 85 graus F 70).
Água

A água é fundamental para produzir grandes pseudo-bulbos e flores pesadas. As plantas crescem apenas durante um curto período, e precisa de muita água armazenada. Irrigar com freqüência, para a formação de novas folhas. Depois de amadurecer a pseudo-bulbo, diminuir gradualmente de frequência de rega. Quando as folhas amarelas começarem a cair, é permitida regar com água moderadamente até o crescimento novo, tomando o cuidado para não molhar demais e ocorrer o apodrecimento.

Fertilizantes
O uso de fertilizantes é muito importante para produzir fortes pseudo-bulbos e uma estrutura de raiz correta. Use uma fórmula rica em nitrogênio (30/10/1910) quando as plantas estão crescendo ativamente, diminuir gradualmente quando o pseudo-bulbos atingiram a maturidade.  Quando o psudobulbos se desenvolvem em sua plenitude, pode ser aplicado um fertilizante foliar para estimular a formação de gemas florais (10-30-20). Uma vez adormecido, o adubo pode ser suspenso na sua totalidade e reativado novamente no período que se inicia a formação de um novo crescimento.

Umidade

Não é necessária ser elevada para estas orquídeas. Uma média de 30% a 60% é suficiente, enquanto as plantas estão crescendo ativamente com arejamento suficiente para evitar qualquer doença fúngica.

Replante
É melhor para coincidir com o início de um novo crescimento, antes da formação do sistema radicular. Durante esse tempo, quando a planta produz novas raízes, ela não apresenta nenhum problema em replantada. Estas plantas tem sistemas de raiz forte e com um meio de cultura rico e úmido durante seus meses de crescimento. Muitos cultivadores levam as plantas a partir do meio de cultura durante o período de repouso para garantir a secura durante esse tempo, mas também podem garantir um meio de cultura com uma boa drenagem para evitar a remoção do piso de sua subsistência. Lembrando que deve ser mantido úmido durante a rebrotação.

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Chuva maravilhosa para lavar a alma – Fotografia


Todos querem a felicidade,

Ninguém quer sofrer,

Mas você não pode ter um Arco-Íris

Se antes não chover…

 

Viver de eco

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“Entender a água é compreender o universo, as maravilhas da natureza e a própria vida.” (Masaru Emoto), em “As mensagens escondidas na água”

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Lindas fotos da vida selvagem


“Me diga, oque você pretende fazer com um único e precisoso animal selvagem?” (Mary Oliverc)

Viver de Eco

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Briga em família


O registro feito em janeiro, mostra a leoa rugindo ferozmente para seu parceiro, após defender filhote
Foto: Jennifer Lockridge/Caters/BBC Brasil

Uma fotógrafa capturou imagens do que parece ter sido uma “briga” entre uma família de leões em um zoológico nos Estados Unidos. As fotos, feitas em janeiro, mostram a leoa rugindo ferozmente para seu parceiro, que abaixa a cabeça em aparente humildade depois de “brigar” com um filhote no Zoológico Nacional de Washington (EUA).

A sequência de fotos, feitas pela visitante Jennifer Lockridge, mostram primeiramente um filhote, batizado de Lusaka pelo zoo, mordendo a cauda de seu pai, o leão Luke, que parecia não se importar com a “brincadeira” do pequeno felino.

Mas depois de cansar de ter a cauda mordida, Luke corre atrás de Lusaka e prende o filhote no chão com as patas. É nesse momento que a fêmea e mãe do filhote se aproxima e dá uma “bronca” no companheiro.

‘Regenerador’
Segundo a fotógrafa, que frequenta o zoológico com regularidade, Lusaka está sempre por perto de seu pai ou está provocando seus irmãos.

Fotógrafa nas horas vagas, Lockridge conta que tem dois gatos, mas adora todo o tipo de animal. “Passo a maior parte do meu tempo livre fotografando animais em zoológicos ou em reservas naturais. Também planejo minhas férias em locais onde posso tirar boas fotos”, disse ela à BBC Brasil.

Para ela, estar na presença de animais é algo “calmo e regenerador”. “Tento ir a um zoológico ou em uma reserva sempre que possível. É algo que faz bem para alma.” Sequencia de fotos AQUI

Terra

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A incrível natureza em fotos de tirar o fôlego


Viver de Eco

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Incríveis telhados verdes da Noruega


Os noruegueses são referência quando o assunto é respeito e boas práticas em relação ao meio ambiente, são considerados os precursores dos atuais “telhados verdes”. Por centenas de anos as casas da Noruega foram cobertas naturalmente pela relva. Alguns telhados possuem uma grande variedade de espécies de relva, flores, ervas e até mesmo pequenas árvores.

As vantagens dos telhados verdes são muitas. Por serem muito pesados, ajudam a estabilizar a casa, fornecem isolamento térmico, purificam o ar, servem como abrigo e fontes de alimento para passsáros, borboletas, joaninhas, etc…

Os Telhados Verdes na Noruega são uma tradição e podem ser vistos por toda parte. Estes telhados na Escandinávia foram cobertos com casca de bétula e gramado desde a pré-história.

Desde o período “Viking” e da Idade Média as casas já contavam com telhados verdes. Nas áreas rurais os telhados verdes eram quase unanimes até o início do século 18.

Os telhados com telhas convêncionais, apareceu muito depois nas cidades e nas casas senhoriais rurais, gradualmente substituíndo os telhados verdes, exceto em áreas mais afastadas no interior durante o século 19.

Atualmente existe um forte movimento buscando preservar e fortalecer as antigas tradições. A partir deste movimento, os telhados verdes começaram a reaparecer como uma alternativa aos materiais modernos.

Todos os anos, desde 2000, um prêmio é dado ao melhor projeto de telhado verde na Escandinávia.

Viver de Eco

 

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