Posts Marcados Meio Ambiente

O dia depois de amanhã


Caleidoscópio

Kanogami

Anomalia

O fotógrafo e ativista americano J. Henry Fair viaja o mundo para produzir imagens aéreas do impacto de ações humanas, como o despejo de lixo e de resíduos industriais, em paisagens naturais.

Dezenas dessas imagens foram reunidas no recém-lançado livro The Day After Tomorrow: Images of Our Earth in Crisis (O dia depois de amanhã: Imagens de nossa Terra em Crise, em tradução livre). (fonte)

Via Canta Contos

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George Carlin – Salve o Planeta?


O comediante e critico George Carlin fala sobre “salvar o planeta” e como estamos enganados. Legendado em portugues!

Uma crítica muito bem humorada e consistente! Não deixe de ver!

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Salvem as árvores


PavaBlog

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11 curiosidades sobre animais


Creio que nenhuma delas vai mudar consideravelmente a sua vida, mas informação nunca é demais. Confira 11 curiosidades sobre os animais que pouca gente sabe.

1 – As abelhas nunca dormem.

2 – Águias acasalam-se no ar.

3 – Um caracol pode deslizar sobre uma lâmina de barbear, sem ser ferido, produzindo muco que ajuda a deslizar de forma inofensiva.

4 – Se você deixar um peixe dourado em um quarto escuro, acabará por deixá-lo branco.

5 – Um leão macho adulto pesa entre 150 – 240 kg.

6 – O coração de um gato bate duas vezes mais rápido que um coração humano, de 110 a 140 batimentos por minutos.

7 – Ovinos podem reconhecer uns aos outros através de fotos.

8 – As aranhas têm sangue transparente.

9 – Um rato pode cair de um prédio de cinco andares, sem maiores prejuízos.

10 – As minhocas podem ter 15 pares de corações.

11 – Estima-se que milhões de árvores são plantadas acidentalmente por esquilos que enterram nozes e esquecem onde escondeu.

O boteco da net

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O dia que Paris afundou


Água por todos os lados, esgotos transbordando, túneis submersos, pânico, pessoas perdidas nas ruas, polícia ajudando, bombeiros salvando, barcos de resgate… Não, não estamos falando de São Paulo ontem, ou do Rio da semana passada, ou de Belo Horizonte, mas de Paris. Isso mesmo, há 100 anos, Paris conheceu uma das maiores inundações de sua história. O Rio Sena, o belo Sena, invadiu a cidade atingindo 20 metros acima do seu nível normal. Em 28 de janeiro de 1910 Paris parou, e literalmente afundou.

Depois de uma chuva intensa durante quase todo o mês, a capital francesa foi saturada pelo Sena e simplesmente imergiu como não se via desde o ano de 1650. Segundo dados da época, a força das águas subterrâneas destruiu mais de 20 mil edifícios deixando mais de 200 mil parisienses sem teto.

A eletricidade (nova na época) desapareceu, os túneis do metrô (novos para a época) foram inundados e a cidade ficou em ruínas, mesmo depois de semanas do dilúvio de 28 de janeiro. Tudo começou em 20 de janeiro, quando a navegação no rio foi interrompida. No sábado, 22, o metrô foi inundado e dois dias depois o nível das águas chega a mais de 7 metros. Na noite de 24, usinas químicas em Ivry explodem em contato com as águas, e em 25 de janeiro todas as bombas de água do rio estão completamente paralisadas. Só em 2 de fevereiro a praça Palais Bourbon conseguiu emergir. A inundação durou 45 dias e os prejuízos superaram 400 milhões de francos (algo perto de 1,5 bilhão de dólares em moeda recente).

Por ocasião do centésimo aniversário do dilúvio, o escritor e professor Jeffrey H. Jackson capturou, pela primeira vez, o drama dos acontecimentos daquele 28 de janeiro. Recém-lançada, a obra “Paris Under Water: How The City Of Light Survived The Great Flood Of 1910” narra uma das mais brutais lutas de uma cidade contra a natureza das chuvas. Quem gosta de Paris não pode deixar de ver as fotos da época (clique aqui). Cem anos depois, Paris aprendeu e nunca mais passou por algo perto do que ocorreu. E nós, aprendemos com nossos dilúvios diários?

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Blog da Cultura

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Site publica quase 600 mil mensagens trocadas no 11 de setembro


Um site na internet publicou nos últimos dois dias o que diz ser mais de 573 mil mensagens enviadas via “torpedo” durante os ataques de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.

As mensagens haviam sido trocadas entre 03h00 do dia dos atentados (hora local, 05h00 em Brasília e cinco horas antes de o primeiro avião atingir uma das torres do World Trade Centre) e 03h00 do dia seguinte, entre cidadãos comuns e entre funcionários de agências do governo americano.

O Wikileaks, que permite a internautas colocar online qualquer tipo de documento anonimamente, não quis revelar quem entregou as mensagens, mas afirmou que as recebeu há algumas semanas.

Especialistas em internet acreditam que elas são genuínas, mas autoridades federais se recusaram a comentar o assunto.

‘Realismo’

Para dar mais “realismo”, o Wikileaks publicou as mensagens no mesmo horário em que elas teriam sido mandadas entre os dias 11 e 12 de setembro de 2001.

Muitos dos “torpedos” não se referem aos ataques, mas os demais tratam de pessoas tentando encontrar seus entes queridos, de mensagens do governo ou até de erros de servidores.

“Estou bem, ouvi o avião e depois ouvi ele bater. Te liguei em casa… obrigado por ter me ligado!”, diz uma das mensagens, enviada às 9h30 no dia dos atentados.

“Bush está falando agora. Espero que você consiga assistir!”, diz outra.

E ainda: “Fiquem em casa por causa dos ataques terroristas em nosso país. Não vão para o centro até serem avisados.”

Outras mensagens são recorrentes, como esta: “Por causa do incidente no WTC, vamos adiar a colocação dos preços até os mercados se estabilizarem.”

O site Wikileaks foi criado em 2006 por jornalistas, matemáticos, dissidentes e especialistas em tecnologia dos Estados Unidos, Taiwan, Europa, Austrália e África do Sul.

BBC

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