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PAPAGAIO CUBANO


Em Cuba, o menino regressa da escola, cansado e faminto, e pergunta pra mãe:

– Manhê, que tem pra comer?

– Nada, meu filho.

O menino olha pro papagaio e pergunta:

– Manhê, por quê não faz o papagaio com arroz?

– Não tem arroz.

– E papagaio ao forno?

– Não tem gás.

– E papagaio na panela elétrica?

– Não tem luz.

– E papagaio frito?

– Não tem óleo.

E o papagaio contentíssimo gritou:

– VIVA FIDEL!!!

VIVA LA REVOLUCIÓN !!!

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Pulseirinhas do sexo


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Suplicy repudia posicionamento de Lula sobre Cuba


Em discurso feito na tribuna do Senado, Eduardo Suplicy (PT-SP) cobrou de Lula posições mais firmes e coerentes sobre a falta de demcocracia em Cuba.

Para Suplicy, o “respeito” que Lula devota aos irmãos Raúl e Fidel Castro não deveria impedi-lo de lembrar aos amigos cubanos alguns valores básicos.

Por exemplo: a necessidade de observar os direitos humanos e a conveniência de valorizar as liberdades democráticas, sobretudo a liberdade de expressão.

O senador petista lembrou que, em 1998, numa visita que fez a Cuba, o então papa João Paulo Segundo não se furtara a mencionar o essencial.

Segundo Suplicy, o papa defendera o fim do embargo dos EUA à ilha. Mas também mencionara que Cuba deveria render-se à liberdade e ao pluralismo político.

Em entrevista concedida à Associated Press, Lula comparou os presos políticos de Cuba aos criminosos comuns de São Paulo. E condenou a greve de fome.

Em seu discurso, Suplicy cuidou de recordar ao presidente que há enorme diferença entre os presos de consciência de Cuba e os bandidos paulistas. Acrescentou:

“Gostaria que Lula se recordasse de algumas das pessoas da história que fizeram greve de fome para alcançar um objetivo importante na história dos povos”.

Suplicy mencionou o líder indiano Mahatma Gandhi. Citou também o ícone sul-africano Nelson Mandela.

Também nesta quarta (10), o deputado Raul Jungmann protocolou no Planalto a carta que Lula negara ter recebido na visita que fizera a Cuba, em 23 de fevereiro.

No texto, os opositores do regime de Havana pedem a Lula que interceda junto aos irmãos castro em favor da liberação dos presos políticos de Cuba.

Lula queixara-se de que os autores da carta deram-na por entregue sem ao menos tê-la protocolado. Agora, já não pode alegar a ausência de protocolo.

A exemplo de Suplicy, Jungmann também refutou os últimos comentários do presidente: “Lula e a ministra Dilma [Rousseff] foram presos políticos…”

“…Por isso mesmo o presidente não poderia nivelar prisioneiros de consciência com sequestradores, assassinos e estupradores, que são pessoas que cometeram crimes…”

“…Isso não tem o menor cabimento. Os prisioneiros de Cuba estão na cadeia porque lutam pela democracia e pela liberdade”.

Mais cedo, Jungmann tentará aprovar na comissão de Relações Exteriores da Câmara uma moção lamentando a morte de Orlando Zapata Tamayo.

Preso em Cuba, Tamayo fenecera horas antes da chegada de Lula a Cuba, depois de 85 dias de uma infrutífera greve de fome.

Representantes do consórcio governistas manobraram para impedir que a moção fosse aprovada.

“É lamentável que a base do governo se recuse a enxergar o flagrante desrespeito aos direitos humanos em Cuba”, disse Jungmann.

De resto, as derradeiras declarações de Lula ecoaram também em Cuba. Mereceram comentários do jornalista e sociólogo Guillermo Fariñas, em greve de fome há 15 dias.

Fariñas (na foto lá do alto) disse que Lula é “cúmplice da tirania dos Castro”. Mais: afirmou que Lula esqueceu o próprio passado.

Escrito por Josias de Souza às 21h38

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Cubano diz que irá manter greve de fome “até o fim”


O jornalista dissidente cubano Guillermo Fariñas afirmou que tem “vocação de mártir” e que vai prosseguir em greve de fome e sede até as últimas consequências para pedir a libertação de 26 presos políticos que estão enfermos, em uma entrevista publicada pelo jornal “El País”.

“Até os psicólogos do ministério do Interior dizem que é meu perfil: eu tenho alta vocação para mártir”, afirmou Fariñas, que está uma semana sem ingerir líquidos nem alimentos e que não hesitou na resposta ao ser perguntado se desejava morrer: “Sim, quero morrer”.

“Já é hora de que o mundo perceba que este governo é cruel, e há momentos na história dos países em que devem existir mártires”, insistiu.

“Orlando Zapata Tamayo foi o primeiro elo na intensificação da luta pela liberdade de Cuba. Eu fui o que pegou o bastão no revezamento, e quando eu morrer outro vai pegar”.

O dissidente Zapata morreu no dia 23 de fevereiro após uma greve de fome de 85 dias.

“Seguirei até as últimas consequências (…) para conseguir o objetivo de que o governo liberte os 26 presos políticos que estão enfermos, e até que os próprios serviços médicos do ministério do Interior considerem que devem ser colocados em liberdade, pois não vão sobreviver na prisão”, disse Fariñas na entrevista.

Fariñas deseja ainda “que o governo pague um alto custo político pelo assassinato de Zapata”.

“O terceiro objetivo é, se eu morrer, que o mundo entenda que o governo deixa morrer seus opositores, e que o que aconteceu com Orlando não é um caso isolado”, completou.

Folha Online

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Vai à web protesto de cubanos contra Lula, em Miami


A cena exibida no vídeo acima foi pendurada no Youtube por um grupo chamado Assembléia da Resistência Cubana.

Opera desde Miami, nos EUA. Congrega algo como cinco dezenas de organizações que se opõem à ditadura dos irmãos Raúl e Fidel Castro.

Gravadas na última sexta (26), as imagens mostram o protesto realizado na sede do consulado brasileiro em Miami.

Uma reação ao “silêncio” de Lula diante da morte do preso político Orlando Zapata Tamayo, ocorrida durante a visita do presidente brasileiro a Havana.

Um manifestante portava bandeira de Cuba. Outros, fotos de Zapata e imagens de Lula ao lado de Fidel. Sob a face de Fidel, o vocábulo “assassino”. Abaixo do rosto de Lula, a inscrição “cúmplice”.

Gritavam, entre outras palavras de ordem: “Lula, cúmplice!”; “Vergonha para Lula!”; “Viva Orlando Zapata Tamayo!”; ”Direitos humanos para os cubanos!”

Barulhento, o grupo atraiu a presença de um funcionário do consulado. Perguntou se os manifestantes desejavam entregar algum documento.

Em resposta, ouviu um dicurso inflamado da ativista Sylvia Iriondo. Disse que o protesto, de natureza pacífica, destinava-se a expressar repúdio a Lula.

E quanto ao documento? Entregaram a foto em que o presidente brasileiro, ao lado de Fidel, é tachado de “cúmplice”.

De passagem por Cuba, Lula já havia sido informado da reação dos dissidentes locais ao silêncio dele. Dera de ombros: “Se eles são dissidentes de Cuba e agora querem ser dissidentes do Lula, não tem problema nenhum”.

Conseguiu. A neodissidência lulista dos protodissidentes cubanos já não se restringe a Havana. Soa também em Miami. E ecoa na internet.

Veja o vídeo aqui

Escrito por Josias de Souza às 07h01

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VIVA ZAPATA! ABAIXO RAÚL CASTRO, FIDEL E LULA!


OS PAPA-DEFUNTOS – Vejam aí que imagem admirável: Raúl Castro, Lula, o Coma Andante Fidel Castro e ele, Franklin Martins, o primeiro-ministro do Brasil, que, consta, já não vive mais com Dilma a fase Claudinho & Buchecha: aquela coisa “só love, só love” dos “irmãos em armas”, como diria Dirceu. Desta vez, a candidata não seguiu o ex-metalúrgico e o ex-chefão do MR-8 ao Parque dos Dinossauros. Pena! A VAR-Palmares ficou sub-representada.

Todos vocês viram na TV, creio, o assassino Raúl Castro se antecipando aos jornalistas, ao lado de Lula, a anunciar: “Eu sei o que vocês estão querendo”. E desandou a falar sobre a morte de Orlando Zapata, preso político condenado a mais de 30 anos por defender os direitos humanos em Cuba. Culpou os EUA. Escrevi ontem a respeito.

Obediente, sem nenhum constrangimento, Lula,  o “grande líder da América Latina”, assistia à pantomima do tirano. Agora entendemos por que não há imprensa livre em Cuba. Raúl já sabe o que os jornalistas querem perguntar… Foi um espetáculo grotesco, e Lula, quero crer, superou todos os limites da abjeção. Já tinha se revelado, conforme escrevi, na tal reunião de Cancún, quando havia atacado a ONU e os americanos. Ontem, superou-se.

Falando a linguagem própria da tirania, Lula acusou a vítima de ser responsável por sua própria desgraça. A política externa brasileira jamais conheceu esse pântano. Agora, com efeito, ela assumiu a cara de Marco Aurélio Garcia.

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