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ESPINHO NA CARNE E CARNE NO ESPINHO


Paulo disse que teve grandes visões e revelações espirituais—foi levado ao Paraíso e ouviu o que ninguém ouve e sabe contar—, e que por causa disso foi-lhe enviado da parte de Deus um mensageiro de Satanás para que o esbofeteasse, a fim de que o apóstolo não se ensoberbecesse com a grandeza das coisas que a ele estavam sendo reveladas.

Pediu a Deus três vezes para ficar livre daquele “espinho na carne”.

O Senhor, todavia, não o removeu, tendo apenas dito a Paulo “a minha Graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza”.

Que espinho era esse?

Muita gente boa já fez considerações sobre o assunto.

O espinho de Paulo já foi sua conjuntivite crônica, já foi a perseguição dos judaizantes, já foi o ter que trabalhar a fim de sustentar seu ministério, já foi o estilo calamitoso e desassossegado de vida que o acometeu, já foi a sua não aceitação pela Igreja de Jerusalém, já foi muita coisa…

No início da década de setenta, nos Estados Unidos, e depois na década de oitenta, no Brasil, o espinho de Paulo ganhou outro “diagnóstico”.

Li e ouvi pessoas tentando convencer o público do contrário. No auge da Teologia da Prosperidade, com seus líderes anunciando uma era na qual a fé rehma curava tudo e que quem não ficasse curado era porque não cria, o espinho de Paulo deixou de ser associado a qualquer forma de doença ou debilidade física ou financeira.

Paulo não podia mais ficar doente e só passava privações por deliberação própria. Gostava!

Virara o super-homem de Friedrich Nietzsche.

Nem o próprio Nietzsche acreditaria que Paulo se tornou o super-homem dos cristãos, superior ao super-homem de Zaratustra.

O fato é que Paulo, agora, não tinha mais permissão para adoecer.

Seria falta de fé.

Afinal, como poderia ele curar se estava doente?

Num mundo onde o poder é do homem, somente seres absolutamente sãos podem transmitir saúde.

Afinal, o dom não é da Graça, mas uma virtude desenvolvida pelo super-homem.

Assim, o espinho na carne de Paulo deixou de ser qualquer coisa anteriormente relacionada a ele, tornando-se, assim, qualquer coisa, menos uma doença física—psicológica ou afetiva, nem pensar!—, mas não foi identificado como nada objetivo. Apenas se sabia que Paulo tinha um “espinho na carne”, mas não devia ser tão “importante”, pois Deus não quis removê-lo…

Até mesmo a afirmação apostólica de que o espinho tinha finalidades terapêuticas não foi mais levada em consideração.
Paulo ensoberbecer?

Jamais!—bradam os santos mais santos que Paulo.

E, assim, vão desespinhando a Paulo por uma única razão: Para nós a Graça não basta e o poder não se aperfeiçoa na fraqueza!

Essa “graça” só basta como confeito ao bolo de nossas próprias virtudes.

Essa “nossa graça” não gera humildade e dependência ao Senhor, mas arrogância e autonomia em relação a Deus.

Esse “poder” só se aperfeiçoa como status atribuído ao sucesso das virtudes da “fé” obstinada e que chega onde quer porque assim determina.

Esse “poder” gera seres malévolos e essa “fé” pode até colocar o individuo onde ele quer, mas não o põe onde Deus deseja.

Para que se entenda o que aconteceu a Paulo não se tem que saber o que aconteceu com ele—mas em sua vida interior.
E para sabermos do que se trata, basta que olhemos para nós mesmos. Boa parte do tempo que se gasta tentando saber informações históricas sobre o “espinho histórico” de Paulo, rouba-nos o tempo da viagem para dentro de nós mesmos, onde o fenômeno se repete, ainda que exteriormente ele tenha outra cara, talvez diferente da de Paulo.

Há três princípios que precisam ser entendidos a fim de que se compreenda acerca do que o apóstolo está falando.

1. O princípio das polaridades:

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POR QUE VOCÊ NÃO ASSUME QUE ATÉ HOJE NÃO CREU?


Jesus disse que pouco é necessário; e é isso mesmo ASSIM, pois, de fato, o que é essencial não é nada além de muito pouco.

Quando encontrei o Senhor o que mais me chocou foi isso — ver que pouco era necessário!

E o que é necessário para que a vida de alguém seja como um estádio cheio de gente para muito mais gente ainda?

Sim! Pois a promessa do reino, segundo os profetas, é que um seria como mil. E Jesus disse que aquele que Nele cresse faria obras ainda maiores do que as que Ele mesmo fez.

Ah! Muito pouco é necessário!

Nós, todavia, não vemos isso porque o poder está dentro, coberto por um vaso de barro, que é essa nossa realidade de fraqueza.

Por isso, quem olha apenas para o que vê em si mesmo do lado de fora, ou tem que ter nascido rico, ou precisa ter muito dinheiro e fama, ou necessariamente carece de poder político — a fim de crer que pode fazer alguma coisa.

Mas não é assim.

Veja Jesus. O que Ele tinha ou buscou do lado de fora? Ambicionou Ele fazer amigos entre os ricos? Laborou Ele por se fazer respeitado no Sinédrio de Israel? Buscou Ele algum vínculo com Herodes, com Pilatos, com o Imperador Romano? Por que não atendeu Ele o convite dos gregos que, via Filipe, desejavam levá-Lo para Edessa?

Sim! Veja Jesus! O que Ele tinha? E diga-me: Quem teve mais que Ele?

Quando Jesus disse que os que cressem Nele fariam as mesmas obras Dele e outras ainda maiores, fazia referencia a duas coisas: a 1ª era ao poder do Espírito Santo em todos os que crêem; e a 2ª era ao potencial que a Graça plantou em todos nós — na forma de dons, talentos, e, sobretudo, na forma de um poder oculto, o qual é ativado pela fé, pela esperança e pela paixão do amor de Deus.

Não são os mais inteligentes, ou sábios, ou os poderosos do lado de fora, os que mais podem.

Não! São os que crêem os que podem; e os que olham o invisível; e os que se lançam à vida como loucos de certeza; crentes que milagres acontecem; e, sobretudo, sabendo que tudo é possível ao que crê.

A história bíblica inteira é a narrativa de como os que não tinham, tiveram; de como os que não podiam, puderam; e de como os que não eram visto, fizeram surgir as realidades inolvidáveis aos sentidos históricos.

Quem era João Batista? Quem era Pedro, João ou Paulo? Que apoio tiveram? Quem lhes ofereceu qualquer oportunidade? Quem lhes deu o “púlpito”? Quem lhes disse que eram fadados à glória humana? Quem afirmou qualquer coisa em favor deles? Que meios tiveram? Com quais instrumentos trabalharam? Quanto dinheiro possuíram? Ou quando alguém os viu se queixando que sem muita infra nada poderiam fazer?

Nenhum deles teve nada além do que se podia carregar no coração, oculto aos olhos humanos.

E o que houve?

Ora, eles surtaram de significado; e crerem que Jesus os havia enviado; e, sabendo disso, não duvidaram; e apenas partiram para as ruas, as praças, as sinagogas, as ágoras greco-romanas, os anfiteatros públicos, as casas, as estradas, os caminhos, as prisões e os exílios — sempre crendo que cada lugar era o chão do milagre e da revolução; e que cada pessoa era uma multidão de potencial se cresse na Palavra; e que os novos “Gadarenos” diriam: “Cheios de Deus é o nosso nome!”.

Eu cri nisso aos 18 anos. E vi; e vocês mais velhos também viram que um menino cheio do Espírito Santo, adulto na fé e na esperança, sem temor de homens e sem esperanças mundanas, pode, pela sinceridade simples da fé, realizar obras extraordinárias.

E vi que o necessário é apenas crer e andar. Sim! Crer e andar. Crer, ver, andar, fazer!

E tudo começa a partir de 5 pães e 2 peixes. Ou partir de 12 homens. Ou mesmo pode começar se um homenzinho obstinado e apaixonado crer, e, assim, com sua fé, decidir visitar toda a Terra dizendo a todos que há um só Deus; e fazer isso com tamanho amor que ninguém consiga dizer que aquela pessoa, certa ou errada, não seja “de verdade”.

Assim nasceram e nascem os Pedros, os Joões, os Paulos, e todos os santos malucos que mudam homens e histórias.

E se cada um deles fosse perguntado sobre o que seria necessário, todos eles diriam: “Ora, pouco é necessário; basta que esse vaso de barro abrace o grande tesouro que Deus depositou em seu coração”.

Então pergunto a você:

O que você está esperando? Até quando você se esconderá do fato que em você habita o poder do milagre, e que sua vida é assim como tem sido, pequena, sem alegria, sem os tumultos bons, sem os bons combates, sem o espírito da revolução, apenas por que você não crê mesmo?

Há pessoa que simplesmente vivem como se nelas não houvesse nada além de dor, fraqueza e impotência.

Mas não é assim. Pois grande é o tesouro que este meu vaso de barro guarda; assim como é grande a riqueza que habita o seu vaso.

Não temos desculpas. Quem não manifesta o que recebeu é porque enterrou como o homem que ganhou um talento e o escondeu.

Pense nisso!

Caio

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Toda nudez será castigada


Um dos filmes mais badalados da década de 70 foi o “Toda Nudez Será Castigada”. Um filme digno das culpas criadas pela religião dos fariseus cristãos.

Isto porque, contrariamente ao tema do filme, o Evangelho ensina que é melhor andar nu diante de Deus do que tecer para si mesmo as vestimentas da falsa moral e das virtudes autojactantes.

O espírito do Evangelho ensina que Jesus ama a verdade de cada estação da vida humana! Foi por isso que Ele amaldiçoou a figueira que, de modo anômalo, tentava dar aparência de fruto três meses antes da estação própria. Todas as demais figueiras de Israel estavam peladas de folhas. Isto porque a figueira é uma árvore que primeiro apresenta os frutos, e só depois a folhagem. A oferta de folhagem era a promessa da certeza de haver fruto. Mas não havia, era só camuflagem! Foi também por essa razão que nenhuma figueira nua de folhas foi amaldiçoada no monte das Oliveiras; mas tão somente aquela representante vegetal do espírito da religião.

Sim, aquela figueira carrega o valor simbólico de algo primordial: a tentativa humana de se cobrir com folhas de figueiras (desde o Éden), ao invés de se deixar cobrir pelo próprio Deus, e, assim, viver em verdade.

Somente Deus pode vestir o homem aos Seus próprios olhos! De fato, as folhagens da figueira expressavam a realidade espiritual de Israel: cheio de religião; cultuando mais o Templo que no Templo; amando mais a Lei que o Criador; crendo mais nas mecânicas rituais do que na Graça de Deus.

Por isso, mesmo sem qualquer “fruto digno de arrependimento” a oferecer a Deus e aos homens. No grego arrependimento é metanóia; ou mudança de mente. A lição da figueira é forte porque por meio de tal ato Jesus deixa dito que Deus respeita todas as estações da vida, mesmo quando aparentemente não há fruto. Fruto nenhum na estação que não é de fruto, é verdade. Deus ama a verdade! A ausência de fruto numa árvore que não está na estação da frutificação não é uma anomalia, nem tampouco uma declaração de infrutuosidade. Ao contrário: não dar fruto na estação que não é de fruto é o anúncio de que o fruto está em gestação.

Nesse caso, não há fruto aparente, embora a árvore já o tenha, posto que está grávida dele. Assim, mesmo quando não há fruto visível, ainda assim sempre há fruto, pois o fruto pré-existe à sua manifestação visível. Todavia, quando se tenta dar aparência de frutuosidade, não havendo verdade — pois o fruto do ser é verdade e amor —, a própria tentativa de produzir o que não é verdade já é, em si, a maldição. Tal ser seca como aquela figueira secou!

A verdade é verdade quando é estação de fruto e também quando não é estação de fruto, posto que a verdade é o que é. E Deus ama a todo aquele que não teme ser verdadeiro para com Ele.

Caio

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Fiéis posam nus para ajudar igreja local


Os moradores da cidade de Old Basing, na Inglaterra, decidiram fazer algo controverso para ajudar a igreja da cidade. Vários voluntários aceitaram ser fotografados sem roupa para um calendário que mostra-os em situações cotidianas, com0 partidas de futebol ou em atividades no seu local de trabalho. O objetivo é arrecadar dinheiro com a venda dos calendários de 2011 e ajudar a igreja católica Saint Mary. O alvo inicial é quatro mil libras, que serão doados para a paróquia. O restante irá para uma instituição de caridade.

 Fiéis posam nus para ajudar igreja local

A fotógrafa e idealizadora do calendário, Laura Haystaff, disse que as sessões de fotos foram muito divertidas. Ela ficou muito satisfeita com os resultados.

Entre as pessoas fotografadas estão cabeleireiras, açougueiros, padeiros e jogadores do time amador local.

Laura (28) explica: “Eu queria levantar algum dinheiro para a igreja da cidade e também ajudar o fundo de assistência da Legião Real Britânica. Inicialmente procurei 13 organizações, esperando que a maioria deles fosse dizer não, mas só tive uma recusa. As pessoas estavam muito interessadas em ajudar dessa maneira. Fiquei realmente surpresa com a vontade das pessoas de ficarem nuas para ajudar a caridade”.

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Irene, uma aposentada, avó de seis crianças e que participou das fotos,afirmou ter gostado da experiência. Ela explica:  “Foi por uma causa muito  boa, e nos divertimos  fazendo as fotos. Não fiquei  com vergonha e meu marido e filhos me apoiaram. Somos idosos, mas pensamos ‘por que não?’ Não é todo dia que podemos fazer algo assim. Certamente faria de novo”.

Agência Pavanews, com informações de MetroBBCGazette

Via Pavablog

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Dilma se converte ao Evangelho


“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.” Romanos 5.8

Em toda parte onde chega o Filho de Deus existe divisão. Um diz sim a Ele, o outro não. Mas Deus leva a sério essas decisões! Deus leva você totalmente a sério, pois você é Sua criatura! Quando Deus criou a grande obra-prima da criação “do pó da terra”, o homem à sua semelhança, Ele “lhe soprou nas narinas o fôlego de vida.” Assim, Ele nos deu uma natureza que saiu da Sua natureza. A natureza de Deus é o amor! Deus quis pessoas que O amassem espontaneamente, pois amor pressupõe espontaneidade. Isso significa que o homem podia e pode escolher por si mesmo o seu caminho. E o homem escolheu. Ele escolheu o pecado. Nunca seremos capazes de sondar o que o coração de Deus, que é o perfeito amor, sentiu quando o homem, que Ele havia criado à Sua semelhança, friamente se afastou dEle, voltando-se para Satanás. Somente aquele que reconheceu a Jesus Cristo como o dom de Deus começa a pressentir algo do que diz João 3.16: “Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito…” Essa é a maravilhosa mensagem da segunda opção que Deus oferece aos homens perdidos.

Blog da Dilma

Eu realmente não acreditava em milagres desta natureza….mas agora me rendo! Até o PT lendo a Bíblia…

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1 comentário

Deus existe?


3 Comentários

Por que será?


“Eu gosto de seu Cristo… mas não de seus cristãos. Seus cristãos são tão diferentes de seu Cristo.”

Mahatma Gandhi

Imagina se ele estivesse vivo hoje.

Flavio Alcantara, no Stay Freak.

Via PavaBlog

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