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Pastor inverte a ordem e dá US$ 100 a fiéis


Publicado no UOL

A gente se acostumou a ver igreja pedindo dinheiro para fiéis na televisão, vendendo toalhinha abençoada, livrinho da cura e um monte de outras lembrancinhas para lucrar um pouco mais. Por isso, quando o contrário acontece, chega a ser um pouco difícil de acreditar.

Mas, em Lancaster, no Estado de Nova York (EUA), os fiéis da igreja Vine Wesleyan Church ganharam um presentão do pastor local.

Christopher Baldwin deu para as 85 famílias que participaram do culto do último domingo (20), US$ 100 dentro de um envelope. As famílias só foram descobrir o presente quando já estavam em casa.

“Quando demos o dinheiro, dissemos que aqueles que precisam podem ficar com ele. Mas, queremos que cada um ore e pergunte a Deus onde que o dinheiro deve ser direcionado”, explicou Baldwin.

A ideia veio após a festa de Halloween organizada pela igreja no último mês. O pastor notou que muitas pessoas não tinham casaco e estavam passando frio. Por isso, ele decidiu dar o dinheiro para inspirar a congregação a dar de si para os outros.

*Com informações da “WIVB-TV”

Pavablog

Bem que poderia ser contagioso…

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Deputado abre mão de verbas e diz economizar R$ 2,3 milhões


1212 Deputado abre mão de verbas e diz economizar R$ 2,3 milhõesChamado de “demagogo” por alguns colegas, o deputado federal José Antonio Reguffe (PDT-DF) resolveu abrir mão dos benefícios e ajudas de custo parlamentar que, para ele, “são desperdício de dinheiro público”. Ainda no começo de fevereiro, ele encaminhou seis ofícios para a Diretoria da Câmara pedindo – em caráter irrevogável – os seguintes itens:

– suspensão do 14º e 15º salários que teria direito a receber;

– redução da verba de gabinete em 20% – passando de R$ 60 mil para R$ 48 mil;

– redução – de 25 para nove – do número de assessores a que teria direito;

– diminuir em mais de 80% a cota interna do gabinete. Dos R$ 23.030 a que teria direito por mês, reduziu para apenas R$ 4.600;

– acabar com o seu auxílio moradia, por, segundo descrito no ofício, entender que deputados eleitos pelo Distrito Federal não necessitem do benefício;

– acabar com a cota de passagens, também por ter sido eleito pelo DF.

A assessoria do parlamentar calculou que ele vai economizar aos cofres públicos mais de R$ 2,3 milhões nos quatro anos de mandato. “Defendo a tese de que um mandato pode ser de qualidade, custando bem menos para o contribuinte do que custa hoje. É o que pratiquei enquanto deputado distrital e agora enquanto federal”, afirmou Reguffe a Terra Magazine.

Se os outros 512 deputados fizessem o mesmo, a economia aos cofres públicos seria superior a R$ 1,2 bilhão, ainda segundo cálculos feitos pela equipe do parlamentar. “Consigo fazer todo o meu trabalho e cumprir a minha obrigação para com a sociedade”, afirmou, para depois destacar que com o que recebe consegue manter “assessores de qualidade” em seu gabinete.

– Eu consigo trabalhar bem com essa equipe, consigo ter um mandato bom, que me dê um suporte técnico. No meu gabinete tenho um assessor jurídico, legislativo, de imprensa, chefe de gabinete… – relata.

Para Reguffe, “o montante era excessivo, porque um deputado precisa ter assessores, mas não 25, que acaba parecendo uma estatização de cabos eleitorais”. Questionado se seus colegas de partido pretendiam seguir o mesmo caminho, o parlamentar preferiu não entrar nessa polêmica e se limitou a falar de suas iniciativas.

Apresentados os seis ofícios, alterando o orçamento de seu próprio gabinete, o deputado encaminhou à Mesa Diretora dois projetos que acabariam com o 14º e 15º salários, reduziria a verba de gabinete e o número de assessores de 25 para nove.

“Tudo o que eu proponho tenho que fazer antes no meu gabinete”, diz Reguffe, que rejeita a acusação de demagogia: “Alguns colegas acham que isso é demagogia. Seria demagogia se eu pregasse isso e não fizesse dentro do meu próprio gabinete”. E, irônico, completa: “Bom seria se fossem todos ‘demagogos’”.

foto: IstoÉ

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Família doa metade de todas as suas posses para caridade


Vamos começar assim: sabemos que a decisão de nossa família soa um pouco maluca.  Afinal, quantas famílias escutam quando sua filha adolescente insiste em vender sua casa e doar metade do dinheiro para a caridade? Eu admito, nosso projeto parece bobo, impetuoso e talvez até irresponsável.

fam2 thumb Família doa metade de todas as suas posses para caridade

A família Salwen (foto)

Mas foi o que fizemos. Um dia, no outono de 2006, estávamos parados em um cruzamento bem próximo de nossa casa em Atlanta. Hanna, nossa filha de 14 anos, notou uma linda Mercedes preta parada à sua direita enquanto um homem miseravelmente vestido pedia comida à sua esquerda. Perceber esse contraste a fez ficar com raiva e depois a incentivou a fazer algo.

Na urgência de Hannah em ajudar a diminuir as disparidades entre o “ter e o não-ter” de nossa sociedade, vendemos a casa de nossos sonhos e mudamos para outra com a metade do tamanho. Passamos também a doar metade dos nossos rendimentos para ajudar pessoas de diferentes partes do planeta.

Agora, três anos e meio depois, estamos eufóricos ao ver os agricultores de Gana que plantavam apenas para sua subsistência transformarem suas vidas. Eles estão saindo da linha de pobreza e alcançando a independência financeira com a ajuda do The Hunger Project [Projeto Fome]. O Hunger é uma ONG de Nova York sem fins lucrativos que ajudamos. Ao mesmo tempo, ficamos maravilhados ao ver como nossa família também mudou.

Há uma pergunta ouvida por nós seguidamente desde que começamos esta jornada: “Entendo que uma garota de 14 anos fique horrorizada com os problemas do mundo e por isso pediu para venderem sua casa… [Normalmente há uma pausa aqui, um velado “Isso pode soar brega”]. Mas, por que vocês, os pais, concordaram fazer isso?”

Minha esposa e eu discutimos essa questão e concluímos que nossas ações são perfeitamente coerente em dois aspectos: o conceito de abundância e a emoção do amor.

Vamos começar com abundância. Durante a vida, é fácil nos encontrarmos olhando o mundo pelas lentes da insuficiência. Por que eu fico sem dinheiro? E se eu não conseguir deixar o suficiente para meus filhos? E se meus colegas tiverem mais coisas do que eu?

capa Família doa metade de todas as suas posses para caridade

Esse tipo de pensamento nos deixa muito enrolados. Eles nos levam a desenvolver uma mentalidade acumulativa – a crença de que poderemos perder tudo aquilo de que não guardamos. Talvez não agora, mas em algum momento sentiremos falta. São o centro de campanhas publicitárias que distorcem a realidade. Lembro-me de um famoso anúncio de uma loja de diamantes: “Ela já sabe que você a ama. Agora todos os outros também saberão”. Será?

Perdemos a noção do que realmente nos faz feliz, substituindo amor pela comunidade e pelos relacionamentos por amor a coisas. Nossa família também estava acostumada a acumular bens, desde carros modernos até a casa dos nossos sonhos, sempre crendo que precisávamos de mais coisas novas para completar nossa vida. Uma mentalidade competitiva, mas de insuficiência, tentando nos equiparar às famílias dos vizinhos de nossa rua, de nosso bairro e assim por diante.

No entanto, o pedido de Hannah paralisou a família naquele dia em 2006, nos forçando a reexaminar nossas motivações e decisões. Começamos a imaginar o quanto era o suficiente para nós. Do que realmente precisávamos? As respostas nos sacudiram. Estávamos cheios de dádivas. Mas Hannah pediu a coisa mais valiosa que tínhamos: nossa casa. Ela era um símbolo de nossa abundância, não de escassez. O mesmo não valia para todo o resto? Nosso tempo, nosso dinheiro, nossas posses. Nós tínhamos muito!

Desde aquele momento, o quanto mais examinamos essa vida abundante, mais compreendemos que todos têm mais do que suficiente em algum aspecto de sua vida. Você passa 6 horas por semana numa rede social como o Facebook? Corte isso pela metade e terá 3 horas para ajudar em uma casa de repouso ou limpar um parque em sua vizinhança. Comer fora 4 vezes por semana? Corte pela metade e invista o que economizou em um sopão para pessoas carentes. Se possível ajude a servir as refeições. Tenha uma vida de abundância, não de escassez.

Isso nos leva a pensar sobre o amor. Como disse antes, vivemos em uma cultura em que amor e consumismo estão entrelaçadas. Amamos nosso carro, amamos nossa TV nova. Amor significa nunca precisar dizer que sente muito não poder comprar para seu filho aquilo que ele queria.

Nossa família estava no centro da tempestade. Se você ama seus filhos, compra para eles aulas de dança, roupas novas, uma bicicleta reluzente. Em nosso caso, compramos a casa de nossos sonhos como expressão subconsciente de nosso amor. Aquela casa espaçosa ofereceria todo o espaço necessário para nossos filhos trazerem seus amigos e talvez até se exibirem um pouco.

Mas algo engraçado aconteceu. Em nossa grande casa, paramos de nos comunicar. Ficávamos espalhados em diferentes lugares, fisicamente e espiritualmente longe uns dos outros. A casa começou a enfraquecer nosso amor, ou pelo menos nossa habilidade de expressar esse amor.

Então, quando nossa filha nos instigou a vendê-la, estava nos empurrando para restaurar nossa comunicação, nossa conexão, nosso amor familiar. Em nossa nova e pequena “meia” casa, vivemos uns com os outros e não mais apenas perto uns dos outros. Interagimos mais, nos empenhamos mais, conversamos mais, debatemos mais, nos tocamos mais e amamos mais.

E mais uma coisa: com o dinheiro que ganhamos com a venda da grande casa, pudemos ajudar a gerar uma nova fonte de esperança para mais de 30.000 pessoas em Gana. É bom saber que todos compartilhamos o planeta e agora essas pessoas acordam pela manhã sabendo que podem oferecer mais oportunidades para seu  filhos e netos.

Isso vale mais que o preço da casa.

Kevin Salwen escreveu junto com sua filha Hannah,  The Power of Half: One Family’s Decision to Stop Taking and Start Giving Back [O  Poder da Metade: a decisão de uma família em parar de adquirir e começar a dar]. A obra ainda é inédita no Brasil.

Pavablog

 

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A melhor oportunidade do mundo para trabalho em casa


Veja abaixo resumo sobre o negócio da Diamond; depois acesse os demais itens do menu acima para conhecer os detalhes.

O negócio da Diamond Holiday utiliza o Marketing Multinível, também chamado de Marketing de Rede, e funciona de forma bem simples; antes de passar às características do negócio, quero apresentar a você o que a ABEVD – Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas fala sobre Marketing Multinível:

A ABEVD reconhece o Marketing Multinível como sendo “o melhor negócio do terceiro milênio”. Você pode ler o artigo completo no próprio site da Associação ou clicando no item “Pirâmide?” do menu. Agora eu quero apresentar apenas dois parágrafos do artigo desta Associação Brasileira:

“São vendas em pirâmide?

Não! De forma alguma. O Marketing Multinível desenvolvido pelas empresas sérias desse mercado nada tem a ver com as antigas correntes ou pirâmides que causaram prejuízos no passado. Pelo contrário, são sistemas legítimos de Vendas Diretas, que oferecem um ganho adicional para as pessoas que efetivamente lideram equipes produtivas.

Uma das provas disso é que os maiores ganhos não estão reservados a quem entrou primeiro, como muitos pensam. Pela matemática justa do Marketing Multinível, é possível ganhar bem mais do que a pessoa que o convidou para o negócio, se você cumprir os requisitos necessários para qualificações mais altas. Da mesma forma, não basta patrocinar uma pessoa boa e ficar de braços cruzados, esperando que ela faça todo o trabalho sozinha. É necessário liderar outras equipes para provar o seu valor.”

Agora vamos ao resumo das características do negócio da Diamond Holiday Travel:

1) Você adquire o pacote de férias que te dá direito a 4 dias e 3
noites num hotel, com diversas opções no Brasil e no mundo; vc pode
fazer sua reserva do hotel imediatamente após adquirir o pacote.

2) Ao adquirir o pacote, vc é cadastrado no sistema da Diamond e ocupa
uma posição de nível 1 na Tabela Amarela, que é a primeira tabela.

3) Você cadastra duas novas pessoas que também adquirem o pacote de
férias e se qualifica para ganhar os mil dólares; estas duas pessoas
serão colocadas também no nível 1 da mesma tabela onde você está;
assim a tabela vai sendo completada.

4) Com o seu esforço e o esforço de todas as outras pessoas que estão
na tabela (qdo vc ingressar, já terão pelo menos 7 pessoas na tabela),
cada um vendendo o pacote de férias e indicando esta oportunidade para duas pessoas, a tabela se completa e vc sobe para o nível 2, depois para o nível 3 e finalmente para o nível 4;

5) Quando você estiver no nível 4 e a tabela se completar, você ganha
US$ 1.000,00 (cerca de R$ 1.800,00) e sobe para a Tabela Vermelha,
onde o processo reinicia no nível 1 e quando você chegar no nível 4
dela você ganha US$ 10.000,00 (cerca de 18.800,00). Para ganhar os 10
mil dólares, você precisa ajudar as duas pessoas que você indicou a
completarem a Tabela Amarela e subirem para a Tabela Vermelha.

Não deixe de ler este blog e ver os detalhes do negócio e participe também da conferência online hoje a noite, às 21:00 horas; tem o link para a conferência na lateral direita do blog.

Basicamente é isto.

Conferências Online 21h

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Klikot: a rede social que te paga para você fazer parte dela


É fã de Orkut, Facebook e Twitter? Não pode ver uma nova rede social que já vai logo se cadastrando? Então se liga nessa aqui. A Klikot promete pagar os usuários que fizerem parte dela.

A receita é simples. A empresa divide os lucros de publicidade com os usuários, que são quem efetivamente produzem qualquer conteúdo dentro de uma rede social. Quanto mais conteúdo você produzir e quanto mais visitas tiver, mais dinheiro vai acumular na sua conta. E você também ganha participação nos lucros dos amigos que indicar. Portanto, chame logo toda a turma para participar com você! Tem gente que já acumulou quase 400 dólares, olha aqui. E se você está duvidando, é possível deixar um scrap diretamente para a pessoa em questão. Afinal, estamos em uma rede social, não é mesmo?

Tudo funciona de uma forma bem parecida com o Orkut ou Facebook. Tem álbum de fotos, espaço para deixar recados, comunidades, aplicativos… Quem já está acostumado com as outras não vai estranhar e muito menos ter problemas. A diferença é que você precisa ter uma conta no PayPal para receber a sua grana. Para se cadastrar tanto no Paypal quanto no Klikot, acesse o link acima. Boa sorte!

Cadatre-se no Klikot aqui

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