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Biografia diz que Gandhi se banhava com jovens nuas e recebia massagens eróticas


Um novo livro que traz detalhes sobre a vida íntima de Mahatma Gandhi afirma que os votos de castidade não impediram o líder espiritual indiano de dormir com mulheres sem roupas e executar “experimentos sexuais bizarros”, informou a agência de notícias France Presse.

O livro, chamado “Gandhi: Naked Ambition” (Gandhi: Ambição Nua) foi escrito pelo historiador britânico Jad Adams e mostra aspectos pouco abordados da sua vida pessoal. Segundo o autor, a postura de asceta que enfrentava o governo britânico pela resistência pacífica, desobediência civil e não-violência e da renúncia aos prazeres terrenos faz parte da imagem mítica de Gandhi mantida até hoje na Índia, onde ele é considerado uma fonte de orgulho nacional.

Alguns detalhes da posição de Gandhi com relação ao sexo eram conhecidas, pois ele já havia escrito sobre ter sentido nojo ao se relacionar com sua mulher Kasturba, então com 15 anos. Nos últimos anos de vida, ele chegou a proibir até discípulos casados de fazerem sexo e defendia um banho gelado para esfriar os ânimos.

O autor afirma que, ironicamente, a vida sexual de Gandhi esquentou após o voto de castidade. Ele se banharia frequentemente com jovens, recebia massagens de mulheres nuas e dormia com uma ou mais de suas seguidoras. Em alguns casos mulheres de discípulos que eram proibidas de dormir com os próprios maridos dividiam a cama com Gandhi, gerando protestos dos maridos.

Mesmo assim, o autor afirma que não há prova nenhuma de que o líder espiritual tinha sexo nessas ocasiões, mas afirma que mesmo que ele pode não ter tido uma vida sexual, é inegável que tinha uma vida sensual. Adams também defende que esses “jogos sexuais” podem ser interpretados como uma forma do líder mostrar sua resistência aos prazeres terrenos, mas que se tornaram um assunto obscuro após seu assassinato, quando ele se tornou um ícone.

fonte: Livraria da Folha

Via PavaBlog

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Pelé, Maradona e Zidane jogam pebolim


Atletas foram fotografados por Annie Leibovitz em um bar em Madri, na Espanha
Foto: Divulgação

Michelle Achkar

A marca francesa Louis Vuitton divulgou imagem da campanha que reúne três dos mais importantes jogadores de futebol de todos os tempos. O brasileiro Pelé, o argentino Diego Maradona e o francês Zinedine Zidane foram fotografados por Annie Leibovitz, como já havia adiantado o Terra, e as imagens começam a circular às vésperas da Copa do Mundo 2010, em junho.

Mas diferente do que se poderia esperar, as lendas disputam uma partida de pebolim. As imagens foram feitas em um bar na cidade espanhola de Madri, o Café Maravillas, e fazem parte da campanha “Valores Essenciais”, que já teve Sean Connery, o bailarino Mikhail Baryshnikov e a própria Leibovitz entre os fotografados.

Quem ficar curioso sobre qual foi o clima durante as fotos poderá conferir um bate-papo entre os três no site da campanha http://www.louisvuittonjourneys.com, também em junho. Eles discutiram suas carreiras, relembram grandes partidas que disputaram e, no fim, se desafiaram para uma partida de futebol de botão.

Pelé, Maradona e Zidane doaram seus cachês para o projeto ambiental “The Climate Project”, coordenado pelo ex-vice-presidente norte-americano e vencedor do Prêmio Nobel da Paz, Al Gore. Ao lado dos jogadores, produtos da marca ficam em evidência, e um deles, a mala modelo Pégase, ganhou as iniciais de Zinedine Zidane.

Especial para Terra

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Estrela da música cristã anuncia que é lésbica


Uma estrela ascendente no cenário da música cristã americana está chamando a atenção pública com uma nova identidade, após uma ausência misteriosa de sete anos. Jennifer Knapp não apenas está lançando um novo álbum como está “saindo do armário”, termo que a cantora e compositora indicada ao Grammy considera “muito bizarro” neste momento em que ela relança sua carreira musical, com certo nervosismo.

A cantora de 36 anos, natural do Kansas e que saía com homens em sua época de faculdade, está preparada para uma reação negativa por parte de fãs religiosos que, ao longo dos anos, sempre fizeram questão de desmentir rumores sobre sua sexualidade. Mas ela reage às provocações com bom humor. “Ando ganhando muito mais piscadelas de garotas (em seus concertos) do que no passado!”, disse à Reuters.

Não há registros de outra cantora tão famosa quanto Jennifer no gênero da música cristã que seja abertamente homossexual. No passado, a indústria musical cristã desaprovava os artistas que se desviavam do padrão. Rádios e lojas no varejo se apressaram a abandonar Sandi Patty e Michael English nos anos 1990, quando ambos admitiram terem tido casos extraconjugais (separados). Amy Grant também foi parar na lista negra quando se divorciou, mais tarde na mesma década. Todos foram perdoados desde então, em maior ou menor grau.

Por isso, Jennifer Knapp está adotando uma postura preventiva. Ela gravou um álbum para o grande público e não está tentando promovê-lo especificamente junto a rádios e varejistas cristãos. “Eu acharia uma falta de respeito dizer ‘ei, isto é algo que você vai querer colocar na sua loja ao lado da estatueta de Jesus'”, disse ela. “Seria falsa ingenuidade tentar convencer alguém de que precisa fazer isso.”

Mesmo assim, Knapp se considera “uma pessoa de fé” e rejeita a sugestão de que esteja dando as costas à igreja, acusação que prejudicou artistas como Sam Cooke e Aretha Franklin quando eles deixaram o gospel para trás para buscar o estrelato pop.

Como artista para o grande público que quer se promover no nicho de álbuns adultos alternativos – ao lado de gente como o U2 e a também lésbica Melissa Etheridge -, foi sugerido a Jennifer que, depois de “renascer em Cristo”, ela tenha renascido mais uma vez. “Talvez eu devesse ter dado esse título ao álbum”, disse ela, que acabou optoando por “Letting go”. O álbum será lançado em 11 de maio através da distribuidora independente RED, pertencente à Sony Music. Será seu quarto álbum, e o primeiro desde “The Way I Am”, de 2001, que recebeu uma indicação ao Grammy de melhor álbum de rock gospel. Leia +.

fonte O Globo

Via PavaBlog

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10 lições de Albert Einstein


Não preciso apresentar Albert Einstein. Provavelmente o cientista mais bem sucedido da história. Transcreverei 10 dicas provindas desse cidadão.


1.  Siga sua curiosidade

“Eu não tenho nenhum talento especial. Sou apenas apaixonadamente curioso”.

2.  Perseverança não tem preço

“Não é que eu seja tão inteligente, eu apenas fico com os problemas por mais tempo”.

3.  Tenha foco

“Qualquer homem que consiga dirigir de maneira segura enquanto beija uma linda garota está simplesmente não dando ao beijo a atenção que ele
merece”.

4.  Imaginação é poder

“Imaginação é tudo. É a prévia das próximas atrações da vida. Imaginação é mais importante que conhecimento”.

5.  Não tenha medo de errar

“Uma pessoa que nunca cometeu um erro nunca tentou algo novo”.

6.  Viva o momento

“Eu nunca penso sobre o futuro – ele vem cedo”.

7.  Crie Valor

“Não se esforce para ser um sucesso, se esforce para ser valorizado”.

8.  Não seja insano

“Insanidade: fazer as mesmas coisas várias e várias vezes e esperar resultados diferentes”.

9.  Conhecimento vem da experiência

“Informação não é conhecimento. A única fonte do conhecimento é a experiência”.

10.  Aprenda as regras e jogue melhor

“Você tem que aprender as regras do jogo. E então você tem que jogar melhor do que todos”.

Via Resultadista

Fonte

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AÍ É QUE ESTÁ A GRAÇA!


O texto ficará mais extenso que o normal, mas não tem como ser diferente. Preciso contextualizar para que entendam onde quero chegar. Prometo ser o último post comprido que escrevo:

Jay Leno tinha um programa as onze da noite e foi para o horario nobre, as oito. Ele registrou ao vivo o momento que passou seu programa, o Tonight Show, para outro comediante, o Connan O´brien, que até então tinha um programa após Jay Leno chamado Late Night. Jay Leno então foi para as oito da noite com o Jay Leno ShowO´brien ficou as dez com o Tonight Show e no Late Show entrou Jimmy Fallon. Três comediantes seguidos na grade da NBC. Aconteceu uma trapalhada enorme quando Jay Leno não deu certo as oito e pediu de volta seu antigo programa. Isso colocaria na rua Conan O´brien ou Jimmy Fallon. Você entende melhor o caso se ler isso aqui, mas o importante é entender que houve uma crise envolvendo muitos comediantes no showbusiness americano e Jay Leno e Jeff Zucker, presidente da NBC, eram os “vilões” do momento.

O que me maravilhou nessa discussão é que todos comediantes em atividade na TV naquela faixa de horário entraram na briga durante semanas. George Lopez da TBS, fez piadas com O´brien insinuando que no futuro ele pediria esmola na rua. O´brien por sua vez fez piadas da sua própria situação e um dia começou seu show dizendo: “O presidente da NBC me proibiu de falar sobre o assunto. Mas ele não me proibiu de cantar”. Então ele cantou ofensas dirigidas a emissora e a Zucker.

No auge da tal crise, Jimmy Kimmel, da ABC, concorrente direto de Jay Leno, entrou ao vivo na NBC, na emissora e no programa do rival, e fez piadas que constrageu seu anfitrião Leno. A platéia? Cagou de rir.

Só pra terminar, David Letterman, do Late Show da CBS, principal concorrente de Jay Leno, aproveitou a ocasião, relembrou o passado, quando Leno puxou seu tapete. Durante semanas e semanas Jay Leno teve que aguentar as piadas de Letterman, que fazia uma vozinha de gay quando o imitava, além de literalmente o ouvir a todo momento chamar o presidente da NBC de “retardado”. No final da crise sabe o que aconteceu? Jay Leno, o alvo das piadas podres de Letterman, apareceu como garoto propaganda do programa de seu principal rival, onde mais uma vez teve que aguentar Letterman fazendo aquela vozinha!

Você conhece algum comediante no Brasil que entenda de comédia o suficiente para aceitar esse tipo de coisa de seus concorrentes? Conhece alguma emissora aqui que não seja provinciana a ponto de permitir que seus comediantes façam piadas abertamente sobre o que quiserem? Conhece uma grande parcela de público que entenda que o papel do comediante é falar sim o que ele quer, onde ele quer da forma que quer?

Antes de chegar onde quero só mais um pouco de paciência e me acompanhe. Preciso lembrar algumas outras coisas que já vi.

Lembro quando o Saturday Night Live execrou a republicana, na ocasião vice de McCain na corrida à presidencia, Sarah Palin. Tina Fey estava caracterizada como Pallin. Me surpreendi quando cortaram pro bastidor. Adivinha quem estava no estúdio assistindo tudo? Sarah Palin em pessoa! Quando você acha que a piada acaba, entra Alec Baldwin e começa a falar mais um monte de barbaridades na cara da governadora. No meio do programa a republicana, e não sua imitadora, entra e participa de um quadro.

Você conhece algum político no Brasil que tem o cérebro desenvolvido o bastante para entender que ele se torna mais popular quando participa de uma piada e não quando a censura? Conhece alguém por aqui que em plena época decisiva de eleição se colocaria a disposição para ser empalado por comediantes em praça publica porque entende perfeitamente que o humor pode ser usado a seu favor?

Essa é recente. Globo de Ouro 2010. Rick Gervais, comediante inglês, subiu ao palco com um copo de bebida alcoólica. Ele disse, em transmissão para o mundo todo, algo como: “Esse copo de bebida não é meu. Só trouxe ele aqui porque quero que entre Mel Gibson“. Todos riram com a chacota (pesada) sobre os escândalos de alcoólismo do astro de Hollywood. Sabe o que Gibson fez? Subiu ao palco e fingiu que estava bêbado.

Tem ainda o caso pensando e roteirizado, nos extras do DVD de Trovão Tropical. Robert Downey Junior participa de uma sabatina de piadas pesadas sobre seu problema com drogas e escândalos com a polícia. No recente Zumbilândia Bill Murray satiriza seus trabalhos e ridiculariza algumas escolhas na carreira.

Você consegue imaginar alguma celebridade brasileira com a inteligência só um pouquinho acima da média para embarcar numa piada que faz uma alusão óbvia e até agressiva sobre sua fraqueza, seus escândalos, sua má fama ou até mesmo sobre o seu peso ou escolhas erradas? Conhece alguém por aqui com bom senso o suficiente para não se ofender ou levar a sério quando um comediante pisa no seu mais dolorido calo?

Pra encerrar preciso lembrar de 2006, quando o comediante Stephen Colbert arregaçou, face a face, com transmissão ao vivo para todo o País, em uma cerimônia oficial, o homem mais poderoso do mundo na ocasião, o presidente dos Estados Unidos, George Bush.

Você consegue imaginar o Lula ou o próximo presidente da República admitindo ouvir de um comediante muitas piadas (leia-se também verdades) sobre sua postura, suas mazelas, suas falhas, seu governo, sua popularidade? Acha que algum presidente teria assessores inteligentes o bastante para o aconselhar a fazer isso?

Ok. Agora acho que posso chegar onde quero.

A comédia americana fornece as maiores referêcias, os melhores profissionais, os mais hábeis escritores e os momentos mais célebres porque o comediante é ousado, o seu alvo de piada é inteligente, seu público não é burro e o ambiente onde ela é desenvolvida respira liberdade.

Quando uma personalidade lá passa por escândalos, eles vão com as próprias pernas pagar seus pecados no programa de algum humorista. Eles fazem isso por 3 motivos:

1) Eles adoram quando um escândalo vira piada. É sinal que ele não precisa mais ser levado a sério.

2) Eles são seguros o suficiente para rirem de si. Eles não são celebridadezinhas de novelinhas subdsenvolvidas. Não são coronéizinhos que foram eleitos na base de esmola em troca de voto. São astros internacionais. São políticos, podres como qualquer politico, mas realmente poderosos. O que construíram não é fragil como o que se constrõe por aqui. A tortada de um humorista não os derrubam do pedestal onde estão.

3) Eles se tornam mais populares ainda porque dão ao público o que o público quer. E o que todo mundo quer é rir de uma boa piada. E uma boa piada pra eles sempre fala de uma grande verdade.

Nos meios de comunicação do Brasil reina a cultura padrão do estado, a cultura do Coronelismo. A emissora é um grande poder com mentalidade provinciana, ela é o coronel da classe artística. Não fale mal da Globo ou da Record, por mais podre que seja sua história, senão você nunca vai encher o rabo de dinheiro lá. Não posso também fazer piada com o casting da Band, onde trabalho, senão vai lá saber se não me mandam embora! Fale mal das celebridades de novela e os outros artistinhas vão te boicotar. Não fale certas piadas, senão certos jornalistas vão lançar a manchete que você blasfemou “uma ofensa”. Esse tipo de polêmica forçada vende bem para aquela parcela da massa que é burra o suficiente para não entender o termo P-I-A-D-A.

O linha do limite do humor no Brasil é muito apertada. E patética. A esperança dessa linha ser alargada está na ousadia dessa nova geração de humoristas. Mas não sei se vai rolar. Eu abro revistas e vejo amigos comediantes confortáveis dentro desse limite. Eles não estão fazendo piadas com o mundo das celebridades. Ao contrário. Vejo muito deles se divertindo nesse mundo, pedindo um alvará pra ser aceito e reconhecido como celebridade também. Sabe o aluno bagunceiro da sala que senta na última cadeira? Todos sabem que a qualquer momento pode ser alvo desse cara. Alguns acham graça e outros pensam “que droga que ele está na minha classe. Mas não tem jeito! Eu tenho que aguentar!”. Esse é o lugar do comediante na classe artística. A última cadeira da classe. Mas o que vejo são colegas de humor disputando a primeira fileira!

Não rola comédia de opinião por aqui. Isso pode desagrar as pessoas! Então somos genéricos. Só falamos mal em público de político em geral ou do que já foi preso. Dificilmente de um estabelecido. Isso pode gerar críticas da oposição. Já vi comediante fazer piada no twitter e jornalista atrás de click vender aquilo como “ofensa grave”. Mas isso não é tão ruim. O ruim foi ver o comediante por causa disso pedir desculpas em público por ter falado o que esperam que ele fale: P-I-A-D-A.  Já li entrevista de um comediante muito talentoso dizendo: “na escola eu era amigo dos nerds e dos bagunceiros”. Ele não quer se comprometer nem com o seu passado, afinal ele é um bom rapaz! Agrada todo mundo. O problema é que comediante não é o bom rapaz! Pense num comediante realmente grande, que foi reconhecido mundialmente pelo seu trabalho.

Pensou?

Então. Ele não era o bom rapaz. Ele era o moleque sem educação que falava  o que ninguém queria ouvir. Ele não é o seu herói. Ele é o seu anti-heroi. Se o senso de justiça do homem comum é agradar a todos o do comediante é desagradar a todos igualmente. O comediante não é uma adorável companhia. Ele é um adorável Filho da puta! Isso é ser comediante de verdade!

Mas aqui no Brasil não se admira comediante de verdade. Porque a verdade não é admirável. Nossa cultura nos ensina a lucrar com a mentira. Rir com a verdade é algo que não entra na cabeça de ninguém por aqui. Aqui a verdade é feita para ser maquiada. A verdade não diverte ninguém. Assusta. Fiquemos então com os imitadores de Silvio Santos, os burros que falam palavras erradas, os trocadilhos, os contadores de anedotas, o atrapalhado que dá cambolhotas circenses, a gostosa semi-nua que faz biquinho e o cara em traje caricato que fala um bordão. Eles não incomodam ninguém.

E o comediante que ousar brincar com a verdade vai cair no esquecimento, de boicote em boicote. E pensando bem é possível que eu esteja indo, em poucos anos, exatamente para lá, para o esquecimento. Mas eu te juro que eu vou contando piada.

Eu realmente gostaria que no Brasil os alvos das piadas não se considerassem tão frágeis, o público não fosse tão limitado e os comediantes não fossem tão covardes e acomodados.

Danilo Gentili

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Testemunho do ator Stephen Baldwin – I am Second


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Elton John diz que Jesus era um “gay superinteligente”


O cantor britânico Elton John, 62, deu uma entrevista a revista norte-americana “Parade” na qual declarou que Jesus era gay. A entrevista ganhou destaque no tabloide inglês “The Sun”.

“Acho que Jesus tinha muita compaixão, era um homem gay superinteligente, que entendeu os problemas da humanidade”, disse.

“Jesus queria que nós amássemos e perdoássemos. Não sei o que faz as pessoas serem tão cruéis. Tente ser uma lésbica no Oriente Médio –é melhor estar morto.”

Na mesma entrevista, ele comenta como conheceu o companheiro, David Furnish, 47. “Senti atração imediata por David. Ele estava muito bem vestido, era muito tímido. Na noite seguinte, nós jantamos. Depois disso, nos apaixonamos muito rápido.”

Folha Online

Certamente os evangélicos enviaram Elton John para o lago de fogo...Uma coisa sei, Jesus é o ideal do que é ser humano. Eu também amo os homens e nem por isso sou Gay! rsrsrs

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