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QUEM FEZ VOCÊ CRER NO SUCESSO DA IGREJA SEGUNDO ESTE MUNDO?


O que Jesus veio fazer neste mundo teria falhado? Sim, é justo que se pergunto isto, pois, o que Sua mensagem e feitos […] realizaram na experiência da existência histórica dos humanos ou coletivamente na História humana?

É verdade que Ele disse que o mundo odiaria a Sua Palavra e aos que por ela vivessem; e também que a melhor chance que o mundo teria de crer que Ele fora enviado pelo Pai seria mediante a pratica simples do amor entre os Seus seguidores; é mais: é também verdade que Ele parecia crer que quando Ele voltasse outra vez [o Filho do Homem], não haveria fé na Terra.

Também é verdade que Ele disse que o Seu Caminho/Porta era estreito, e que apenas poucos entrariam por ele; e também é fato que nas Suas mensagens proféticas não se encontra nenhum traço de “vitória” associada ao que Ele chamou de “minha Igreja” […] como ente a impor-se sobre o mundo. Leia o resto deste post »

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Excessos…


Nada em excesso faz bem…

Não sejas excessivamente bom para que não te enredes em tua própria bondade, e, assim, te corrompas na presunção de tuas próprias leis de nobreza e misericórdia.

Não sejas excessivamente justo para que a tua justiça não se torne em perversidade.

Não tentes ser amor, mas apenas ama.

Somente Deus é amor.

Nós não sabemos como é ser amor.

Não sejas completamente inclusivo, pois, assim, perderias o teu caráter.

Não sejas completamente exclusivo, pois, assim, perderias a tua alma e tornar-te-í-as empedrado.

Um santo tem que antes ser um bom pecador.

E o caminho para a santidade é vereda do reconhecimento do pecado.

Não busques nem as alturas e nem os abismos.

Se tu chegares num desses pólos… que tenhas sido apenas levado pela vida, não por ti mesmo.

Antes, busca o caminho do equilíbrio e a vereda plana.

Todo excesso destrói o ser!

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Texto: Caio Fábio
Imagens: Vimeo HD
Edição: Chico Pacheco
Narração: Flávio Siqueira

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Felicidade é…


Felicidade é ter o reino de Deus no coração, pois, se aprendeu a ver e crer com a humildade das crianças.

Felicidade é ser consolado porque o coração não teve medo de chorar todos os choros da fé, da esperança e do amor.

Felicidade é andar pela terra como herdeiro de tudo, apenas porque o coração manso não se sente dono de nada.

Felicidade é fazer da misericórdia o chão do caminho de ida e de volta.

Felicidade é ver a Deus simplesmente porque a mente está livre da maldade e sempre pensa com amor.

Felicidade é andar reconhecido como filho de Deus em razão da paz na qual se anda e para a qual se vive.

Felicidade é ser farto da certeza da justiça da qual se tem fome e sede para os outros.

Felicidade é ter o céu no coração em razão de que se olha para Deus e não para as perseguições da injustiça que persegue a justiça.

Felicidade é ser irmão de Jesus e dos profetas nas mesmas causas da vida.

E se alguém for perseguido por ser assim feliz, erga a cabeça e exulte; e mais: viva como um dos profetas; pois, foi dessa felicidade que todos os homens felizes foram e são feitos profetas do que é bom.

Acesse caiofabio.net

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Jesus disse: “Pague por mim também”


Caio Fábio

Num texto devocional intitulado “ECOQUEDA E ECOGRAÇA”, mencionei o texto no qual Jesus paga o imposto das duas dracmas, devido ao Templo — e Ele faz isso ordenando a Pedro que tirasse do mar o primeiro peixe e o abrisse, pois lá haveria o dinheiro suficiente pagar tanto o seu imposto quanto o de Pedro.

Hoje quero apenas considerar a última frase do texto.

“Vai, e paga-os por mim e por ti” — disse Jesus.

Algum tempo depois Jesus diria na Cruz: “Está Pago” — ou seja: Está consumado!

Nesse caso, sabe-se que a nossa dívida com Deus está paga. Mas, ao mesmo tempo, também se fica sabendo que as nossas dívidas com os homens não são pagas com o sangue de Jesus.

Homens querem justiça, a Cruz oferece justificação.

Prova disso é que o ladrão foi justificado por Deus e foi justiçado pelos homens… ao lado de Jesus e a caminho do Paraíso.

No caso em questão — o da cobrança do imposto do Templo, o imposto das duas dracmas —, Jesus não se acha devendo, mas mandou pagar a fim de não os escandalizar.

Deus perdoa pecados, mas o Templo não perdoa os seus impostos…

Dever a Deus, aos homens e ao Templo…

Qual das dívidas você escolheria?

Davi disse: “Caia eu nas mãos do Senhor, pois, são muitas as suas misericórdias…, mas não caia eu nas mãos dos homens”.

Os homens julgam…

O templo cobra…

Deus cobra com justiça… e Ele mesmo paga o que cobra com a Graça do Sangue e com o Sangue da Graça… na Cruz.

Mas as dívidas com os homens e o Templo, muitas vezes a gente só paga se houver um milagre de Jesus…

O interessante é que Jesus não se sente devendo nada ao Templo… e não inclui Pedro na dívida… mas paga porque a consciência que habita o Templo é fraca e, portanto, implacável em seu julgamento — para os do Templo, tudo é escândalo!

“Paga-os por mim… e por ti” — ordenou Ele ao pescador endividado.

Descanse no perdão de Deus…

Está pago!…

Mas não descanse nunca no perdão dos homens e nem no dos homens do Templo, que cobram dinheiro como imposto de Deus.

Em Cristo o pedágio já foi pago!

Quem cobra impostos para “Deus” não conhece Graça… Conhece punição ou corrupção…

Portanto, creia que se seu coração não quer dever, Deus mesmo dará um jeito de você poder pagar tudo… Não por causa de sua própria consciência, mas em razão da fraqueza da “deles”.

Eu devo muito… quero pagar… sou cobrado… mas Jesus não acha que eu devo sozinho…

Ele se sente devendo comigo…

Aquele que pagou a minha dívida diante de Deus está também empenhado em que eu não fique devendo nada a ninguém.

Um peixinho vai aparecer cheio do que me falta e que é justamente o que eu preciso…

Mas o Senhor quer que eu diga que estou pagando por Ele também.

Agora, saia para pescar…

O peixinho já está esperando…

A barriguinha dele está cheia…

Jogue o anzol!

Nele, que sabe o que preciso hoje diante dos homens,

fonte: site do Caio Fábio

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Pelo fruto se conhece a árvore


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DEZ PRINCÍPIOS PARA SER BEM-SUCEDIDO


01 – Creia que sua vida cumpre um propósito divino na terra. Você é influenciado pelos genes que herdou de seus pais e é bastante “circunstancializado” pelo meio no qual vive. Entretanto, mais forte que as determinações genéticas e os condicionamentos do meio social, é o seu chamado para ser. Você foi criado como um sacerdote neste universo de Deus. Por isso, você existe e sabe que existe. Encha sua consciência com esse significado. Quando você assumir sua vocação para ser, as outras pessoas vão “encontrar” você.

 

02 – Creia que seu dia ganha força e energia espiritual quando você ora. Portanto, ore sempre. Mesmo nos seus afazeres. Sempre que uma notícia ou informação lhe chegar, entregue-a a Deus. Ofereça a Deus os potenciais e as possibilidades que cada fato, percepção ou impressão lhe trazem ao coração. Além disso, pare um pouco todos os dias, ainda que seja só um pouco, e ore. Dê graças por tudo e abrace o Senhor no seu coração. Quando orar, peça coisas específicas, mas não se esqueça de sempre terminar de modo submisso e geral, dizendo: “Seja feita a tua vontade, assim na Terra como nos céu”. Afinal, você não sabe se o que quer é o melhor. Mas o Senhor sabe!

 

03 – Creia que a maior inteligência que Deus lhe deu não é a intelectual nem a emocional, mas sim a inteligência. “O coração tem razões que a própria razão desconhece”. Usar a cabeça (inteligência intelectual) e saber se relacionar com o próximo e as circunstâncias (inteligência emocional) é fundamental. Mas não é essencial. O essencial habita os mistérios do espírito, no mundo do coração. Portanto, dê atenção aos seus sonhos noturnos e aos seus sentimentos perceptivos. Quando você tiver uma “impressão”, não a despreze de cara. Medite. Ore. Discirna. A resposta pode estar no passado. Mas, às vezes, trata-se de uma intuição profética. Pode ser um alerta sobre o futuro. Nesse caso, ore, corrija a rota e prossiga.

 

04 – Creia que quando alguém ama a Deus e ao próximo e respeita a vida, então tudo ganha sincronicidade e conectividade. Isso é apenas um outra forma de dizer que “todas as coisas cooperam para o bem dos que amam a Deus”. O amor a Deus traz sentido para a sua vida. O amor de Deus transforma o cenário mais absurdo numa conspiração do bem.

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O diabo adora falar em Deus


“Deus” como tema é o diabo da História!

Sim! Porque em nome do diabo nunca se guerreou, nem se tomou reinos, ou tribos ou qualquer coisa. Porém, seja pela via da ação pagã mais primitiva, ou mediante a ação cristã mais que pagã, a História testemunha que todas as calamidades não naturais, tiveram no tema “Deus” suas justificativas ou seus álibis de morte, domínio, homicídio, inquisição, tortura, chacina, espoliação de bens, terras e recursos; assim como a destruição das culturas encontradas, as quais foram e são substituídas pela cultura do “Deus tema”, a qual mata mais que qualquer outra força histórica.

Desse modo, pelas evidencias da História, não há como não dizer [concordando com Baudelaire] que “se há um ‘deus’ é o diabo”.

Esse “Deus” dos temas da morte nada tem a ver com Jesus. Pode ser “cristão”, pode ser o pai do “Cristianismo”, pode ser o Deus dos “iluminados ocidentais” que construíram o presente mundo em chamas — todavia, mesmo assim, ou, justamente por tais razões, “ele” é o diabo.

Fica impossível pensar que o ladrão vem para matar, roubar e destruir [em contrapartida Jesus veio para dar vida, e vida em abundancia] — e não pensar que esse “Deus” das guerras, das verdades que matam, do reino que esmaga e destrói, das conquistas que roubam tesouros, que destroem vidas, acervos e culturas…, e não ver que tais ações, em nome de “tal Deus”, foram e são obra do diabo.

O diabo é o grande pai das ações feitas “em nome de Deus” e que só acontecem para matar, roubar, destruir, julgar, culpar, amargurar, enviuvar, criar órfãos, dizimar povos, aniquilar pessoinhas ingênuas; e gerar o “Cristianismo”, que é uma potestade criada nos porões da Roma Imperial, e que se mantém cada vez mais viva como poder de ódio e discriminação, apesar da chamada Era Pós Cristã.

Assim, quem quer que queira servir ao diabo faça de “Deus” o tema das batalhas!

Digo isto com toda responsabilidade [e aqui no site já disse coisas bem mais fortes sobre o assunto]; e o digo sem medo de equivoco; pois, tanto a Palavra me diz que estou certo, como também a História dá horrível testemunho acerca dessa minha certeza.

Deus sem Jesus é o diabo dos povos!

E “Jesus” sem Evangelho é o demônio mais disfarçado que o diabo já viu ser criado; isso para não falar que no processo humano da “criação do Deus cristão”, quem animava tais arquiteturas e modelamentos era o próprio diabo.

Jesus expulsa esse “Jesus” como quem expulsa ao diabo; e repreende esse “Deus” como quem repreende Satanás.

Quem disse que o Templo se tornara morada de demônios humanos e também invisíveis, é o mesmo que inspirou Paulo a dizer que os sacrifícios oferecidos em nome de Deus e realizados no espírito da religião de pedras, leis e morte, eram sacrifícios feitos aos demônios, e não a Deus.

Assim, a macumba está onde ela é vista; porém, a pior de todas é aquela que usa “Deus” como mascara para o diabo.

Leia a Palavra, a História e a vida. Então, ouse dizer que estou exagerando. Mas não antes disso. Ou seja: se você é ignorante, fique calado; e se não é, pense sem preconceitos, e veja se seu ânimo nazi-religioso ou nazi-cristão procede de Deus, conforme Jesus, ou se vem diretamente da agencia de estelionato do inferno.

Nele, em Quem reside minha autoridade,

Caio

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