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A língua portuguesa é difícil até para fazer amor!


AMÁ-LA ou AMAR-TE?

O marido, ao chegar em casa, no final da noite, diz à mulher que já estava deitada :

– Querida, eu quero amá-la.

A mulher, que estava dormindo, com a voz embolada pelo sono, responde:

– A mala!… ah não sei onde está! mas se não a encontraste, usa a mochila que está no maleiro do quarto de visitas.

– Não é isso querida, hoje vou amar-te.

– Por mim, podes ir a Marte, Júpiter, Saturno ou até à merda, desde que me deixes dormir em paz.

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Para chorar por um grande amor


Do ódio à dor de cotovelo, sempre há uma canção para descrever a sensação de terminar um relacionamento. Escolha sua preferida:
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DANILO VENTICINQUE, DANILO CASALETTI E LAURA LOPES
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Mandar indiretas para ex-namorados é um dos esportes preferidos de usuários de redes sociais – e também dos compositores. Do pop internacional aos clássicos do cancioneiro nacional, é impossível calcular o número de canções que foram inspiradas por uma separação dolorosa (ou aliviada). O sucesso recente de “Fuck you”, o malcriado hit de Cee Lo Green, é uma prova de que o tema nunca sai de moda. Para quem acha que o ex já foi tarde, a exemplo do cantor americano, ÉPOCA preparou uma lista com músicas sob medida para demonstrações digitais de desprezo… e de superação. Já para quem sente saudades do último relacionamento, selecionamos canções perfeitas para curtir a solidão. Nesse caso, é melhor deixar as redes sociais de lado – principalmente se o sentimento não for recíproco.

Aerosmith – “Crying”
Para quem entra em um novo relacionamento com a intenção de esquecer o anterior, este hit de 1994 traz um conselho valioso. “Eu estava chorando quando te encontrei. Agora estou morrendo porque deixei você fazer o que fez comigo.” Entre chorar e morrer, prefira sempre a primeira opção.

Roy Orbison – “Crying”
Steven Tyler pode tentar, mas ninguém chora como Roy Orbison. Gravada em 1961, a canção é uma das baladas mais belas da história do rock and roll, e um pungente lamento por um amor perdido. “É difícil de entender, mas o toque de sua mão pode me fazer chorar”.

The Beatles – “Yesterday”
Uma das músicas mais tocadas, regravadas e elogiadas de todos os tempos, “Yesterday” é a prova definitiva do sucesso – e da qualidade – das músicas sobre amores perdidos. Um clássico inesquecível para os que acreditam que ontem foi melhor que hoje, e que o amor já foi um jogo fácil de jogar.

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ÉPOCA

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Ter ou não ter namorado? Eis a questão


Quem não tem namorado é alguém que tirou férias remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. Paquera, gabira, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas namorado mesmo é muito difícil.

Namorado não precisa ser o mais bonito, mas ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio, e quase desmaia pedindo proteção. A proteção dele não precisa ser parruda ou bandoleira: basta um olhar de compreensão ou mesmo de aflição.

Quem não tem namorado não é quem não tem amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Se você tem três pretendentes, dois paqueras, um envolvimento, dois amantes e um esposo; mesmo assim pode não ter nenhum namorado. Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche da padaria ou drible no trabalho.

Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar lagartixa e quem ama sem alegria.

Não tem namorado quem faz pactos de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos com a felicidade, ainda que rápida, escondida, fugidia ou impossível de curar.

Não tem namorado quem não sabe dar o valor de mãos dadas, de carinho escondido na hora que passa o filme, da flor catada no muro e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa, Vinicius de Moraes ou Chico Buarque, lida bem devagar, de gargalhada quando fala junto ou descobre a meia rasgada, de ânsia enorme de viajar junto para a Escócia, ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo, tapete mágico ou foguete interplanetário.

Não tem namorado quem não gosta de dormir, fazer sesta abraçado, fazer compra junto. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele; abobalhados de alegria pela lucidez do amor.

Não tem namorado quem não redescobre a criança e a do amado e vai com ela a parques, fliperamas, beira d’água, show do Milton Nascimento, bosques enluarados, ruas de sonhos ou musical da Metro.

Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não se chateia com o fato de seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrado de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia do dia de sol em plena praia cheia de rivais.

Não tem namorado quem ama sem se dedicar, quem namora sem brincar, quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele.

Não tem namorado que confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo.

Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando 200Kg de grilos e de medos. Ponha a saia mais leve, aquela de chita, e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração estouvado, saia do quintal de si mesma e descubra o próprio jardim.

Acorde com gosto de caqui e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenção de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas, cada qual trazendo uma pérola falante a dizer frases sutis e palavras de galanteio.

Se você não tem namorado é porque não enlouqueceu aquele pouquinho necessário para fazer a vida parar e, de repente, parecer que faz sentido.

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É sempre assim…


Impressionante como toda gatinha sempre é apaixonada por um cara mais velho, impressionante!

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Viagra Feminino


Um cientista chinês radicado nos EUA descobriu o “Viagra” feminino. O produto tem sido testado em Chinatown, onde é conhecido pelo nome de “KATON”.

Veja a entrevista de Wan Kung:

Jornalista: o que acontece quando dá KATON à sua mulher?

Wan Kung: Mulhel fica alegle, calinhosa e bondoóóósa. Beija e ablaça o dia inteloo e noite intelinha. Non dá sossego, ela qué tlansa quantas vezes malido aguenta. Chama-te meu amol, minha vida, adolo-te, amo-te.

Jornalista: esse produto é assim tão fantástico?

Wan Kung: SIM! SIM! SIM! Galantido! funciona muuiiitooo… mesmo! Non falha nunca.

Jornalista: O nome do produto é só… “KATON”?

Wan Kung: SIM! SIM! “KATON” … “KATON DE CLÉDITO”.

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O pagador de promessas


Um milionário britânico anunciou a doação de quase toda sua fortuna, estimada em 480 milhões de libras (cerca de R$ 1,3 bilhão), para pagar uma promessa feita quando era jovem e pobre.

Albert Gubay, de 82 anos, diz ter feito um “acordo com Deus” quando trabalhava como vendedor de rua na juventude, para torná-lo milionário. Em troca, segundo declarações feitas há alguns anos a um programa de TV, ele prometeu dividir “meio a meio” sua fortuna, acumulada com a venda da cadeia de supermercados Kwik Saver, fundada por ele, e por investimentos em imóveis e em uma rede de academias de ginástica. “Faça-me um milionário, e você poderá ter metade de meu dinheiro”, prometeu ele, segundo contou no programa. Agora, porém, ele decidiu doar quase tudo, ficando com pouco menos de 10 milhões de libras (R$ 27 milhões) para si.

Gubay passou sua fortuna para o nome de uma fundação que ficará encarregada de distribuir suas doações para caridade. Metade do dinheiro irá para a Igreja Católica, para cumprir com seu acordo. Mesmo após a doação de sua fortuna, o milionário deverá continuar à frente de suas empresas e disse esperar conseguir elevar o montante de suas doações para mais de 1 bilhão de libras até morrer.

Em 2009, Gubay havia sido listado pela revista Forbes como a 647ª pessoa mais rica do mundo, com uma fortuna estimada então em US$ 1,1 bilhão, mas ficou fora da lista de bilionários da revista neste ano, por causa da desvalorização da libra, que derrubou o valor nominal de sua fortuna em dólares.

Fonte: G1

Expliquem isso para algum postulante da Teologia da Prosperidade.

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O amor é um grande laço


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