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Poucos sabem lucrar com blogs, diz fundador do WordPress

Matt Mullenweg, criador da plataforma WordPress, um dos maiores serviços de publicação de blogs do mundo, está no Brasil nesta semana. Ele veio para um evento sobre programação e conversou conosco sobre o papel dos blogs. Segundo ele, apesar da consolidação desse tipo de ferramenta e das atividades de web 2.0, poucas empresas aprenderam a lucrar com as novas tecnologias. Veja os principais trechos da entrevista:

As redes sociais e o Twitter representam uma ameaça aos blogs?
Não os considero ameaças. São ferramentas diferentes. De certa forma, as tecnologias se complementam. As pessoas entram nas redes sociais para falar com seus amigos e procuram os blogs para ler e escrever. Os microblogs, como o Twitter, e as redes sociais, são formas de gerar tráfego para o blog. Elas funcionam bem juntas.

Mas as estatísticas indicam que 95% dos blogs estão abandonados. Eles perderam popularidade?
O índice de abandono sempre foi alto. Muitas pessoas criam blogs sem ter certeza de que vão continuar. Por outro lado, 10 000 são criados todos os dias. O número de abandonos não é a melhor forma de analisar os blogs.

Qual é um bom termômetro para avaliá-los, então?
Os blogs continuam ganhando audiência notável. Os blogs WordPress recebem todos os meses 240 milhões de visitantes únicos.

O potencial dos blogs já foi compreendido?
A maioria já entendeu a web 2.0, mas ninguém conseguiu mostrar como ganhar dinheiro com os blogs. É um desafio para grandes jornais, como New York Times e Wall Street Journal, que usam a plataforma WordPress. Não vejo essas empresas resolvendo seus problemas de negócio e nem seus anúncios migrando dos jornais impressos para os blogs. Ao mesmo tempo, é difícil até para as empresas de tecnologia, como Facebook e Twitter, fazerem suas ferramentas serem lucrativas.

Como estão os negócios da WordPress?
A WordPress está indo bem. Chegamos a 10 milhões de dólares em faturamento por ano. Uma tendência interessante é o crescimento nos Estados Unidos. Passamos de cerca de 20% do faturamento para 40% até 50% com receitas internas.

Qual a importância do Brasil para as operações da WordPress?
O Brasil é o segundo país em audiência para a WordPress, atrás só dos Estados Unidos. Tivemos 18,5 milhões de usuários únicos no país nos últimos 30 dias. Temos um número pequeno de blogs em português, mas muito conteúdo e muita audiência.

Como a crise afeta o mercado de blogs?
A crise teve impacto sobre a publicidade nos blogs. Mas, ao mesmo tempo, eles estão crescendo muito, já que são uma alternativa de baixo custo entre as plataformas de internet e gestão de conteúdo. Vejo a possibilidade de empresas de comunicação escolherem os blogs como a principal forma de presença online por causa desse baixo custo, o que abre oportunidades interessantes para nós.

fonte: Zero e uns

Internet já é a segunda mídia de massa do Brasil

À frente da TV por assinatura (13 milhões de pessoas), jornais (3,1 milhões) e revistas (13 milhões), a internet ainda não é dona da maior fatia do bolo publicitário. A rede, apesar de seus mais de 32 milhões de usuários detêm apenas 1,9% da receita publicitária brasileira (versus 5,5% nos EUA e 10,5% na Inglaterra), de acordo com dados do primeiro semestre do Projeto Intermeios e da notícia de Ralphe Malzoni Jr. do IDGNow.

Talvez a explicação para tão pouca atenção dos anunciantes em relação à web esteja vinculada às agências de publicidade. Tais agências lucram muito mais ao colocar um anunciante no horário nobre da TV ou nas páginas consagradas de uma revista ou jornal de grande circulação do que na internet. Em minha opinião, esta postura está com os dias contados.

Como segunda mídia de massa no país e com expectativas de dobrar o acesso dos municípios à grande rede (segundo informações do Ministro das Comunicações Hélio Costa), o cenário dos investimentos publicitários dos grandes anunciantes tende a meu ver, ao menos, equilibrar-se com outros meios.

Alguns aspectos que valem ser comentados sobre a internet é que, muito embora ela possa ter a penetração de uma mídia de massa (e isso significa atingir milhões de usuários), a rede conserva também características de mídia dirigida. Isto é, capacidade de direcionamento de mensagens a públicos específicos, segmentação da audiência, mensuração e retorno concentrados em nichos de público e linguagem adaptável a cada segmento a que se dirige.

Com mais pessoas sendo incluídas na rede, mais acesso à banda larga, melhoria das métricas de medição das audiências online e criação de formas diferenciadas de exposição, os portais da web (e com o MercadoLivre, que é o sétimo endereço mais visitado da internet, segundo dados da comScore Media Metrix, não será diferente) tenderão a atrair mais verba de publicidade.

Um projeto interessante liderado pelo Ministério das Comunicações será trabalhado, por sua vez, para minimizar a exclusão digital e trazer à rede cada vez mais brasileiros. Municípios de todo o país terão acesso à web por meio de telecentros ou serviços de atendimento ao cidadão.

Evolução da rede, das métricas de mensuração, mais internautas, maior acesso à banda larga…quem sabe em menos de uma década a internet não supere a principal mídia de massa do país?

Alto impacto em campanhas online

O fenômeno das redes sociais, como blogs e comunidades virtuais, cresce de forma tão intensa no Brasil que se tornou até material para um nova pesquisa do Ibope//NetRatings. O estudo mostra que em maio de 2008, por exemplo, 18,5 milhões de pessoas navegaram em sites de comunidades.

O volume de pessoas trafegando por esses endereços virtuais tem causado preocupação para as empresas, que temem ter suas marcas malfaladas na rede – muitas companhias até contratam serviços de empresas especializadas em monitorar a imagem de seus produtos em blogs e sites afins. Segundo o levantamento do Ibope, “campanhas on-line partindo de blogs ou outras redes sociais podem ter um impacto 500 vezes maior do que se partissem dos sites das próprias empresas”.

Para a indústria automobilística – foco do “relatório-piloto” divulgado pelo Ibope ontem – ter um comentário de um produto em uma rede social pode estimular a compra como pode, também, causar estragos. A pesquisa descobriu que “94,1% dos usuários que visitam os sites das montadoras freqüentam comunidades, ou seja, uma ação das montadoras poderia ser rapidamente contraposta pelos membros da comunidade.”

Saber qual é o comportamento dos consumidores em redes sociais – como o popular Orkut, por exemplo – se torna cada vez mais vital já que a internet tem ocupado um papel importante na decisão de compra do consumidor. É na web que ele compara preços e pesquisa opiniões sobre determinado produto ou marca.

fonte: Valor Econômico
colaboração: Marília Cesar

O poder dos blogs

Empresas e executivos de todo o mundo estão apostando em blogs corporativos para estreitar a comunicação com clientes e a interação entre departamentos

Ouvir – e entender – as necessidades dos usuários e envolvê-los na realização das iniciativas. Esses são alguns dos pontos mais importantes dos projetos de tecnologia. No entanto, sair do “quartinho escuro dos bits e bytes” e ser considerado como parte crítica do negócio ainda é um grande desafio para muitos CIOs.

Quanto uma comunicação melhor com a diretoria e demais departamentos da empresa facilitaria a vida dos gestores de TI? Muito. E empresas do mundo inteiro já estão vendo valor em utilizar ferramentas de comunicação e interação via internet, a chamada web 2.0, para aproximar funcionários e departamentos. De acordo com pesquisa da ChangeWave Research, 26% dos profissionais que pretendem usar a web 2.0 acreditam que os blogs serão muito benéficos ao negócio e 21% apostam primariamente nos benefícios das redes sociais.

Há certo tempo, alguns executivos em altos cargos passaram a utilizar blogs como ferramentas para fortalecer a comunicação com clientes e funcionários, entender as necessidades dos departamentos e receber colaboração de todos os níveis hierárquicos das empresas. Emilson Alonso, presidente e CEO do HSBC Brasil, é um dos líderes corporativos que estão usando a ferramenta como forma de desmistificar sua imagem, aproximar-se dos colaboradores, obter melhoria dos processos e disseminar conhecimento.

É indiscutível que os objetivos de Alonso ao iniciar seu blog têm extrema importância para a comunicação interna nas empresas. E a ferramenta não deve ficar restrita ao presidente. Na opinião de Ian Black – um dos primeiros blogueiros brasileiros e criador de um dos modelos comerciais pioneiros no País para portal de blogs, o Interney Blogs –, “as qualidades e benefícios dos blogs para o negócio podem ser transpostos para qualquer situação, porque ele é a base dos relacionamentos saudáveis”.

Fábio Cipriani, autor do livro Blogs Corporativos e de um blog de mesmo nome, vê muito benefícios nessa ferramenta e considera negativa a escassez de blogs de outros executivos do C-level além do presidente. “Acredito que a maior parte das grandes empresas possui um corpo de CXOs que desconhece blogs corporativos e seus benefícios, e que muitos dos presidentes criam seus blogs por “pressão” do mercado ou do departamento de marketing”, avalia Cipriani.

O HSBC está começando a caminhar nesse sentido. Após a maturação do “Blog do CEO”, muitos diretores e gerentes de outras áreas começaram a utilizá-lo. “Como é uma via de mão dupla, muitos gerentes de projetos estão usando o Blog do CEO”, afirma Inara Pilatti, responsável pelo endomarketing e relacionamento com as áreas internas do banco.

Como exemplo, ela cita o caso da área de operações que estava fazendo um trabalho de mapeamento de processos e recebeu colaborações por meio do blog. “O head da área de operações [homem abaixo do CIO] levantou a questão no blog e recebeu muitas reclamações a respeito da quantidade de papéis que precisavam ser assinados e que depois iam para o lixo, algo que poderia ser modificado”, conta Inara.

Para a responsável pela comunicação interna da instituição financeira, os resultados positivos para o crescimento da empresa foram muitos, entre os quais ela destaca a desmistificação da figura do CEO. “Como a empresa está espalhada por grande parte do território nacional, é importante que os funcionários tenham uma forma de comunicação com aquele que, de algum forma, personifica o HSBC no Brasil,” detalha ela.

Além disso, o blog aproximou as diferentes regiões, níveis hierárquicos e áreas, inclusive os profissionais dos departamentos de operações, sistemas e tecnologia. “Citaria também a colaboração de todos para a transformação da empresa, melhoria dos processos. Deixamos de perder as melhores práticas por falta de comunicação. Por último, reduzimos a rádio-corredor,” conclui ela.

Através do blog é possível expor opiniões pessoais, fugindo assim da impessoalidade comuns aos sites institucionais. “Ele possui uma comunicação dinâmica e aberta a respostas em formas de comentários ou trackback (uma forma de link, no qual o autor é avisado que seu artigo foi referenciado num outro blog). Dessa maneira, opiniões das mais diversas expõem as necessidades de todos, permitindo que elas sejam supridas com rapidez e eficiência”, opina Ian Black.

Cipriani incentiva, inclusive, a publicação de informações pessoais nesse tipo de blog executivo. “Se feito na medida certa e com bom senso, cria mais valor, transparência e principalmente credibilidade ao blog”, avalia. Black resume: “Com o blog, o consumidor ou funcionário sabe que ele está falando com uma outra pessoa, um ser humano que pensa e sente, e representa uma empresa.” E você, já pensou em experimentar?

fonte: IDGNow

TV e jornais caem diante da Web

A Internet tem crescido como fonte de informação entre os norte-americanos. Estudo promovido pelo Projeto para a Excelência em Jornalismo, divulgado há poucos dias, mostrou a perspectiva do jornalismo no cenário digital e apontou crescimento de leitores na Web. Por outro lado, a pesquisa retrata queda do lucro da publicidade em jornais e declínio do poder da televisão frente às possibilidades da propaganda e vídeos no universo online. O relatório comprova, sobretudo, a mudança de hábito do consumidor de mídia e suas alternativas.

Trata-se da liberdade de buscar informação no momento em que deseja, ao invés da passividade em respeito aos horários pré-determinados em frente à telinha. Segundo o levantamento, os anunciantes também se inserem neste contexto na busca de precisão do público receptor de sua mensagem. No caso americano, o estudo considera ineficiente a busca por novas mídias por parte das redes de TV. Aconselha que elas mantenham os produtos na forma tradicional para evitar perder mais espaço.

Com relação aos impressos, formatar o produto oferecido e trazer recursos mais atrativos foi apontado como o caminho mais ideal. Entretanto, a estratégia de tentar puxar a audiência das novas mídias, como Internet, e levá-la para clássicas, como a TV, tem fracassado. Ficou provado que os jovens querem consumir informação em novas plataformas, com formatos inovadores.

De acordo com o Instituto Audit Bureau of Circulations, nos últimos dois anos, a queda de circulação dos jornais foi de 2,5% em dias úteis e 3,5% aos domingos. Se comparadas às estatísticas de 2001, o panorama é mais pessimista: a queda o declínio da circualação diária foi de 8,4% e 11,4% aos domingos.

fonte: Adnews

80% dos brasileiros estarão online em dois anos

O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, afirmou durante conversa com jornalistas de todo o país que o número de brasileiros com acesso regular à Internet deve quase triplicar até 2010. Segundo o ministro, se confirmada a previsão, o número de internautas no país deve passar dos atuais 60 milhões para pelo menos 150 milhões. “Estimamos que até 2010 teremos 80% da população brasileira acessando regularmente a Internet de uma forma ou de outra. Essa é uma meta global”, garante.

O ministro ressaltou as iniciativas do governo para promover a inclusão digital. A ampliação do número de laboratórios de informática com redes de Internet nas escolas públicas foi apontada como uma das prioridades dos Ministérios da Ciência e Tecnologia e da Educação.

“O passo que está sendo dado agora é a conexão desses computadores com a rede mundial de computadores. Isso está sendo feito pelas empresas de telefonia em um programa articulado com o governo”, afirmou, referindo-se ao Programa Banda Larga nas Escolas, lançado no início do mês.

Rezende também mencionou a construção de telecentros para difundir o uso da Internet entre as comunidades de baixa renda. O plano nacional de inclusão social e digital encabeçado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia prevê investimentos de mais de R$ 40 bilhões até o fim do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

fonte: Agência Brasil [via Adnews]

Marcas investem milhões em publicidade online

O que empresas automobilísticas, de bebidas e bancos têm em comum? Investimentos crescentes em marketing online baseado em links patrocinados. Na mesa redonda A Experiência das Empresas: A Internet a Serviço das Grandes Marcas, realizada durante o Seminário INFO Marketing de Busca Para Quem Busca Resultados, executivos do Bradesco, Fiat, Ford e Pepsi comentaram a atuação de suas empresas na web.

Luca Cavalcanti, diretor de marketing do Bradesco, diz que o banco conta com um orçamento de 15 milhões de reais para a publicidade online. Com 1,4 milhão de visitantes diários em seu site, ele destaca a importância das classes C e D como um público-alvo que deve merecer atenção especial.

Gustavo Siemsen, diretor de marketing Pepsi Brasil, destacou a grande disparidade entre o nível de atenção que as mídias online recebem do consumidor e o montante investido pelas empresas para atingir esse consumidor. Sem revelar cifras, Siemsen afirma que, pelo menos na Pepsi, o quadro começa a mudar. Os recursos para publicidade online saltaram de 5% para 11% do orçamento de marketing da companhia.

Jorge Stelmach, gerente de desenvolvimento de negócios da Ford na América do Sul, e João Ciaco, diretor de marketing da Fiat, reforçaram a importância da web na mudança de comportamento do consumidor. Segundo eles, 70% dos clientes passam pelos sites das montadoras antes de fechar a compra pessoalmente nos pontos de venda.

Com 11% do orçamento de publicidade direcionado para internet, a Fiat chegou até a desenvolver uma campanha iniciada na internet móvel, a do Super Punto. A estratégia foi baseada em pesquisas que indicavam um alto grau de interesse em tecnologia no público-alvo da empresa para esse modelo.

fonte: INFO Online [via Adnews]

Web bate recorde no Brasil

O número de internautas residenciais ativos em março de 2008 cresceu 3,2% e atingiu a marca de 22,7 milhões de usuários, 40% mais do que em março de 2007. A informação foi divulgada nesta quinta-feira pelo Ibope/Net Ratings e diz que o Brasil mantém-se como maior tempo médio mensal de navegação residencial por internauta entre os 10 países monitorados pela Nielsen/Netratings, com 23h51min, 1 hora e 27 minutos. Os números são os maiores já registrados pelo Instituto desde setembro de 2000, início das medições no País. Completam a lista dos cinco países com maior tempo médio mensal por pessoa no domicílio a França (21h30min), os Estados Unidos (20h24min), o Japão (20h21min) e a Alemanha (19h09min).

“A entrada da classe C para o clube dos internautas deve continuar a manter esse mesmo compasso forte de aumento no número de usuários residenciais(…) Estamos vivendo um bom momento econômico, com maior número de trabalhadores com carteira assinada, portanto com maior possibilidade de obter financiamento para comprar computar para sua família, financiamentos abundantes, computadores com preço em queda, banda larga com valores mais acessíveis”, afirma Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do IBOPE//NetRatings.

No período de um ano, enquanto a internet residencial ativa cresceu 39,9% em número de usuários no período, algumas categorias cresceram muito mais: “Informações Corporativas” (67%), “Casa e Moda” (56,9%), “Viagens e Turismo” (56,8%), “Família e Estilo de Vida” (50,3%) e “Educação e Carreira” (49,2%).

Para todos os ambientes (residência, trabalho, escola, cybercafé, bibliotecas, telecentros etc), o IBOPE//NetRatings mantém a indicação de 40 milhões de pessoas como o número do total de pessoas com acesso à internet. Esse número é relativo ao quarto trimestre de 2007, que inclui pessoas com 16 anos de idade ou mais. Também trimestral, o total de pessoas com acesso residencial à internet em março de 2008 continua em 34,1 milhões de indivíduos com dois anos ou mais.

fonte: Adnews

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  1. #1 por Ganhar Dinheiro na Internet em 22/02/2011 - 18:19

    Tudo Bem? bonita este espaço parece muito organizado………Boa pinta :/
    Muito Bonito Continua assim !

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