O amor está no ar


O amor está no ar

Gerânio. O tamanho dos grãos é medido em milionésimos de metro, mas as jornadas românticas do pólen são épicas. As dúzias de grãos amarelos que conseguem chegar à flor têm que competir para conquistar a fertilização.

Como seres humanos, há muita coisa em que nós não prestamos atenção. Uma delas certamente é a habilidade de caminhar, rastejar ou até, depois de beber um pouco demais da conta, arrastar-se até um(a) representante atraente do sexo oposto. As plantas não podem se dar a este luxo. Durante boa parte da longa história da vida verde na terra, as plantas precisaram estar umas perto das outras, quase se encostando, para acasalar. O musgo solta seu esperma clarinho, que vai boiar na água da chuva e flutuar até parceiros próximos, como outros das primeiras plantas faziam, mas esse método requer umidade. A vegetação só era capaz de sobreviver em cantos molhados onde gotas de água conectavam machos e fêmeas – e não havia outro modo. A maior parte da terra era marrom.

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