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Os números da Internet

A Pingdom, uma empresa sueca de monitoramento de sites, publicou em seu site um levantamento com dados de fontes diversas da web mostrando em números o que foi a internet em 2010.

Fonte: Época
Arte de David Michelsohn

Via Pavablog

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A Internet está destruindo nossa mente?

Quando o autor Nicholas Carr iniciou as pesquisas para o livro que busca descobrir se a Internet está destruindo nossas mentes, ele restringiu seu acesso a emails e desativou suas contas no Twitter e no Facebook.

Seu novo livro “The Shallows: What the Internet is Doing to Our Brains” (“O que a Internet está fazendo com nosso cérebro”) argumenta que os últimos avanços da tecnologia nos tornou menos capazes de pensamento aprofundado. Carr se descobriu tão distraído que não podia trabalhar no livro enquanto estava conectado.

“Eu descobri que minha incapacidade de me concentrar é uma grande deficiência”, disse Carr à Reuters.

“Então, abandonei minhas contas no Facebook e no Twitter e reduzi o uso de email de modo que eu apenas checava algumas vezes por dia em vez de a cada 45 segundos. Descobri que esses tipos de coisas realmente fazem a diferença”, afirmou ele.

Depois de inicialmente se sentir “perdido” por sua súbita falta de conexão online, Carr afirmou que após algumas semanas foi capaz de se concentrar em uma tarefa por um período sustentado e, felizmente, conseguiu terminar seu trabalho.

Carr escreveu um artigo para a revista Atlantic Magazine em 2008 em que trouxe a público a famosa dúvida “O Google está nos tornando estúpidos?” e resolveu estudar mais fundo como a Internet altera nossa mente.

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Lembre-se de Viver…

“Crie filhos em vez de herdeiros.”

“Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete.”

“Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela.”

“Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama.”

“Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas.”

“Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?”

“Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos.”

“Trabalhe, trabalhe, trabalhe. Mas não se esqueça, vírgulas significam pausas…”

“…e quem sabe assim você seja promovido a melhor (amigo/ pai/ mãe/ filho/ filha/ namorada/ namorado/ marido/ esposa/ irmão/ irmã… etc.) do mundo!”

“Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos.”

Forte Abraço

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Culpa e Graça – Paul Tournier

Primeira Parte -  Dimensão Da Culpa

1. INFERIORIDADE E CULPA
Este livro segue-se a Bible et Médecine, que publiquei em 1951. Com
efeito, estes dois livros foram escritos depois de alguns estudos que apresentei
nas “Semanas Médicas” em Bossey. No caso de Bible et Médecine agrupei
diversos assuntos tratados ao longo de muitos anos; o presente livro, porém,
relaciona-se inteiramente com os estudos feitos em Bossey, no ano de 1957.
A reunião era consagrada ao problema da culpa e seu papel na medicina.
Propusera-me a pesquisar diariamente, nas Escrituras, material apropriado para
guiar os nossos debates.

O leitor não encontrará neste livro uma prestação de contas do encontro
em Bossey, pois está faltando o principal: os trabalhos clínicos. Para os
médicos, o importante é a observação dos pacientes. Foi a observação dos
pacientes que nos orientou inteiramente nesta medicina integral, quer dizer,
uma medicina que leva em consideração todos os fatores que entram em jogo
em uma doença e na sua cura.

O sentimento de culpa é um desses fatores, e não é dos menores. Basta
lembrar um caso muito simples: a insônia devido ao remorso. Pode-se e devese
curar tal problema com a prescrição de um sonífero. Mas restringir-se a isso
será praticar uma medicina muito superficial. Um médico consciencioso
procura sempre atacar a causa da doença e não somente atenuar os sintomas
aparentes.

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Ninguém sabe

Estávamos eu e as crianças em uma fila no shopping, um pouco mais a frente um rapaz com uma opção sexual diferente da tradicional vestindo uma calça tipicamente feminina, com sapato de salto alto tipicamente femininos, uma blusa tipicamente feminina e segurando uma bolsa que seria denominada por alguns como absolutamente fashion, e claro, com a maior cara de homem.

A menina foi a primeira a perceber.

- Pai, aquele é homem ou mulher?

Pensei em explicar sobre o terceiro sexo, mas se eu tomasse esse caminho teria que explicar sobre os outros dois com mais detalhes.

- Bem filha, é…. não sei!

- Não sabe?

- É filha, papai não sabe se é homem ou mulher.

Então o menino se manifestou.

- Vamos lá perguntar pra ele.

- Não filho, não vamos!

- Por que pai?

- Porque ele provavelmente também não sabe.

Do blog No Improviso

Via PavaBlog

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